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Comunicação on-line é importante, mas não é tudo

24/11/2009

A comunicação digital vive um bom momento, ela conseguiu romper barreiras e o preconceito de uma geração de gestores que não era acostumada com as novas tecnologias, que não acreditava no seu potencial. Hoje muitos gestores já enxergam nas mídias digitais uma forma barata de se comunicar e de alcançar públicos em escala nacional, e por que não, global.

Tratada como vedete a comunicação digital ganha a cada dia mais força nas empresas e com a evolução e criação de novas mídias sociais esta presença deve ser intensificada. Além do custo, as ações em comunicação digital trazem no seu bojo uma série de vantagens se comparadas a outras formas de comunicação, ela é importante, mas não é tudo.

O que vemos hoje são empresas que estão deslocando toda a sua verba de comunicação para ações exclusivamente para a área digital, o que pode ser perigoso quando se é levado em conta o público que pretende-se atingir com as mensagens.

Comunicação digital é importante, mas nao é tudo

Comunicação digital é importante, mas nao é tudo

Muitos comunicadores se esquecem que seu público pode ser formado por uma massa variada de pessoas, muitas das vezes compostas de pessoas mais velhas, que ainda não estão adaptadas as novas tecnologias ou mesmo pessoas mais novas que são avessas a este tipo de mídia. Como você vai levar a comunicação a este tipo de público se utilizar apenas as mídias digitais?

O importante é lembrar que comunicação é estratégia, que antes de planejarmos uma campanha , ação de comunicação ou marketing devemos ter claro uma série de fatores que vão definir quais serão as mídias utilizadas, entre elas o levantamento do público alvo e suas características. Pode ser que ao invés de comunicação digital exista a necessidade de uma mídia impressa, ou que ambas se complementem.

Ao ter uma estratégia de comunicação clara a empresa consegue atingir seus objetivos e demonstra que respeita e conhece seu público. Garantia de resultados positivos.

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5 Comentários leave one →
  1. 24/11/2009 13:46

    “Muitos comunicadores se esquecem que seu público pode ser formado por uma massa variada de pessoas, muitas das vezes compostas de pessoas mais velhas, que ainda não estão adaptadas as novas tecnologias ou mesmo pessoas mais novas que são avessas a este tipo de mídia.”

    Ai está a chave da questão. Ando vendo muito isso mesmo, as pessoas falam que é uma grande evolução a mídia digital a chave para a abrangência.
    Mas não estão percebendo que estão se limitando as mídias, a comunicação é muito mais do que o ‘on-line’, não é pq uma organização é ‘antenada’ virtualmente que ela é será a melhor.

    Você fez uma bela abordagem Ricardo, pensamos igual neste aspecto.
    Parabéns!

    abraços,
    Belle
    (A Bordo)

  2. 24/11/2009 14:47

    Como foi dito no texto, em outras palavras, isto é bastante relativo.

    Varia de empresa para empresa, de público para público.

    Num plano de comunicação bem organizado e estrategicamente direcionado, todos os tipos de mídia devem ser levados em conta, afinal o público online e público offline, pode fazer parte do alvo, para mais ou para menos, vai depender do foco de cada tipo de empresa.

    Então agregar as mídiais digitais, não é exatamente abrir mão completa dos outros tipos de mídia que antes eram utilizados e, como mencionado, complementar um ao outro. Sendo assim, com base em pesquisa e mensuração de resultados, definir quais destes serão os mais ou menos utilizados de acordo com a demanda que cada meio retornar.

    Vamos aproveitar esse “Boom” das Mídias Digitais, entender bem, o que elas tem de interessante para oferecer e buscar sempre a inovação, visando a integração e interatividade harmoniosa entre todos os canais de comunicação existentes nessa vertente futurista, sem deixar de lado o “velho” modo, ainda bastante funcional de comunicação.

  3. 24/11/2009 14:57

    Este texto me remete à palestra do Sergio Valente dm9ddb que assisti semana passada. Ele falou que hoje não da pra segmentar o público por por exemplo ‘homens, 40 anos, classe A’. Pois um pode ser casado, ter filhos e ter renda de classe A, mas consumo de uma classe diferente. E outro pode ser solteiro e com renda e consumo de classe A. E outro pode ser gay, com consumo de classe A mas produtos diferentes. Ou seja, é preciso fazer uma detalhada análise do público e procurar a relevância para cada um. Do mesmo modo que para alguns produtos investir só em midia de massa é errada, investir só em on line também é errado.

    MATEUS

  4. Alanna permalink
    27/11/2009 18:46

    Muito bom o post Ricardo.
    Tenho lidado diariamente com essa questão.
    Recentemente passei “apuros” para mostrar à gestão que queria acabar com os informativos impressos e passar apenas para eletrônicos.

    É isso ai.

    • Ricardo Campos permalink*
      01/12/2009 02:12

      Olá Alanna, Mateus, Stevan e Belle,

      Na busca desenfreada pelo corte de custos, as empresas estão optando sim pelas mídias digitais, o que é positivo na medida certa. O problema é que muitos gestores querem utilizar apenas estas mídias, sem fazer uma análise detalhada de seus públicos, o que pode resultar numa comunicação ineficiente. Comunicação para ser eficaz deve levar em consideração a sua audiência para não cair no ostracismo.

      Obrigado pela contribuição neste debate.

      Um abraço,

      Ricardo Campos

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