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As fusões na era do Twitter

13/03/2009

 

A Revista Exame divulgou esta semana uma matéria muito interessante que demonstra como as mídias sociais têm um grande poder de influência e um rápido alcance junto às redes, o que pode gerar pontos favoráveis e também constrangimentos e prejuízos para as empresas.

 

A matéria de Malu Gaspar revela que as fusões de empresas nunca mais serão as mesmas depois do Twitter – site de microblogs em que cada usuário manda para seus contatos mensagens curtas – ao relatar um fato ocorrido na fusão entre a Oi e a BrT .

 

Nas primeiras horas do dia 18 de fevereiro, surgiu no Twitter um usuário que prometia descrever em detalhes o que acontecia nos bastidores da fusão das operadoras Oi e Brasil Telecom. “O clima pela manhã foi tenso. Gerentes e coordenadores começaram a ser demitidos”, escreveu o usuário, que assinava apenas como “mensageiro”. Atualizado em intervalos de minutos, o blog exibia mensagens como “Nunca vi a fragmentadora de papéis ser tão utilizada quanto hoje” ou “No horário do almoço as caras no restaurante da BrT não eram as mais amigáveis”.

 

Oi e BrT: os bastidores da fusão revelada via Twitter

Oi e BrT: os bastidores da fusão revelada via Twitter

 

A atuação do “mensageiro” revela os grandes desafios que surgiram frente ao surgimento das redes de relacionamento on-line e demais mídias sociais. A rádio-peão se aprimorou e hoje os funcionários podem ficar sabendo de fatos ou serem influenciados sem ao menos saírem de suas salas. Na própria tela do computador as informações são postadas minuto a minuto, como no exemplo citado acima.

 

Se a empresa não monitora as redes sociais ela corre um grande risco de não conseguir esclarecer os fatos e de colocar por terra todo o esforço de comunicação necessário para que a fusão entre as empresas possa acontecer de forma harmoniosa, afinal a própria matéria afirma que choques entre vencedores e vencidos surgem em qualquer aquisição e são, justamente, a maior razão para o fracasso de uma união entre empresas.

 

Portanto, monitorar as redes sociais e o que andam falando de sua organização se tornou primordial para que se possa garantir uma boa reputação e a blindagem da imagem corporativa, evitando o surgimento de crises e constrangimentos futuros.

 

Com informações da Exame

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