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A crise diante do setor privado da educação

12/01/2009

 

A crise econômica que afeta o mundo pode chegar à educação? Especialistas da área preferem tratar o assunto com cautela. Admitem que o impacto possa provocar insegurança nos pais e familiares, mas recomendam que todos sejam pacientes e aguardem novas perspectivas.

 

Para Guilhermino Figueira Neto, diretor geral do Pueri Domus Escolas Associadas, instituição responsável pelo sistema de ensino de mais de 160 escolas em todo o País, as incertezas sobre os rumos da economia podem fazer com que os pais estejam mais atentos e precavidos: “Mesmo sofrendo o impacto da diminuição em seus salários, a classe média, público-alvo das instituições particulares, valoriza o ensino de qualidade e, por isso, deve se comprometer no valor das mensalidades por pelo menos um ano”.

 

Segundo Guilhermino, o setor está otimista e, no curto prazo, a demanda por vagas não deve cair, entretanto, os gestores já devem estar sentindo esse impacto, pois financeiramente todos os setores, sejam produtivos ou prestadores de serviços, incorreram em aumento de custos. “Aguardar é o melhor caminho para lidar com os efeitos da crise econômica. Claro que não podemos ignorar o fato de que a crise pode se prolongar e se por um lado temos uma perspectiva negativa de que a demanda pode cair significativamente, caso isso aconteça, por outro, teríamos um grande desafio pela frente: continuar modernizando os modelos pedagógicos apesar das dificuldades financeiras.” – conclui.

 

Especialistas estão otimista, mas ainda é cedo para avaliar os impactos da crise no setor de educação

Especialistas estão otimista, mas ainda é cedo para avaliar os impactos da crise no setor de educação

 

Esta matéria publicada no Portal Administradores destaca o papel dos pais neste cenário e portanto nos leva a crer que faz uma análise tendo como foco o ensino infantil e médio. Mas na educação superior a situação é um pouco diferente, pois na grande maioria das vezes são os próprios alunos que pagam as suas mensalidades, cabendo aos pais somente o papel de opinar sobre a qualidade da universidade. Assim a crise pode sim interferir nos números de matrículas, mas somente no segundo semestre de 2009, onde poderemos ter uma noção mais clara do impacto da crise no setor de educação superior.

 

Em Belo Horizonte, a maioria das faculdades e universidades particulares tiveram que programar novos vestibulares para janeiro, na tentativa de suprimir as vagas ociosas. Este não é um cenário causado propriamente pela crise, mas de um mercado que se tornou extremamente competitivo.

 

Apesar deste cenário voraz, as campanhas em Belo Horizonte continuam um pouco mais do mesmo. Salvo algumas exceções as campanhas ainda priorizam o reconhecimento do mercado como mote de campanha, como se somente este fato fizesse o candidato escolher a instituição de ensino. O mercado é importante, mas existem uma série de fatores que poderiam ser aproveitados nas campanhas como forma de se criar vantagens competitivas em relação a concorrência, mas que são completamente ignoradas pelas áreas de comunicação e marketing das instituições mineiras.  

 

Com informações de Portal Administradores

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