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Profissionais procuram alavancar carreira nas áreas de Sustentabilidade

16/10/2008

 

Muitas empresas estão tentando se adaptar às recentes áreas de sustentabilidade que estão sendo criadas no mercado. Muitos profissionais vêem a necessidade de se adaptar a essa nova realidade para manter ou aumentar as chances de colocação no mercado ou, ainda, desenvolver novas oportunidades de carreira.

No Brasil, em 2005, a Bovespa criou o Índice de Sustentabilidade Empresarial que tem por objetivo refletir o retorno econômico de uma carteira composta por ações de empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial.

Tais aplicações, denominadas “investimentos socialmente responsáveis” (“SRI”), consideram que empresas sustentáveis geram valor para o acionista no longo prazo, pois estão mais preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e ambientais.

A carteira do ISE que vigora até o dia 30 de novembro de 2008 reúne 40 ações emitidas por 32 empresas de 13 setores, que totalizam R$ 927 bilhões em valor de mercado. Esse montante corresponde a 39,6% da capitalização total da Bovespa, que atualmente é de R$ 2,3 trilhões.

 

mais do que idealismo

Sustentabilidade: mais do que idealismo

 

Frente a esta nova realidade, os profissionais têm que se preparar para atender aos requisitos necessários para atuar nessas áreas.

Segundo Regina Migliori, consultora na área de sustentabilidade, há dez anos um profissional para atuar nesta área precisava ter somente um perfil “idealista”. “Hoje, o profissional, além de estar alinhado à causa tem que possuir e desenvolver um conjunto de competências”, afirma.

Para a consultora, os profissionais devem possuir as competências abaixo:

·          Saber trabalhar com a diversidade e com uma equipe multidisciplinar;

·          Interagir de forma sistêmica com diferentes contextos;

·          Ter facilidade para traduzir os novos conceitos em modelos, estratégias e operações;

·          Identificar parâmetros universais para dialogar com diferentes públicos;

·          Saber resgatar a natureza benéfica do negócio em que atua;

·          Estabelecer estratégias de monitoramento de competências e impactos econômicos, ambientais, e sociais.

·          Fazer a gestão de ativos tangíveis e intangíveis.

·          Traduzir sua atuação em resultados estratégicos sustentáveis para a organização.

 

Fonte: Administradores.com.br

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