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As mulheres: outras lições de Pequim 2008

28/08/2008

 

E os jogos olímpicos trouxeram outras grandes lições para o mundo corporativo.

 

Na edição de 2008 as brasileiras demonstraram no esporte uma lição que já é uma realidade também nas empresas. Elas estão ocupando lugar de destaque e vencendo barreiras que antes pareciam intransponíveis pela falta de incentivo, tanto no esporte, quanto no mundo corporativo.

 

O primeiro exemplo veio antes mesmo do início dos jogos, já que o Brasil enviou 127 mulheres para Pequim, um recorde. Um número muito expressivo e inimaginável alguns anos atrás.

 

E as conquistas começaram com a judoca Ketleyn Quadros que conseguiu um resultado histórico ao se tornar a primeira brasileira a conseguir uma medalha em esportes individuais. Ketleyn foi a primeira medalhista olímpica brasileira nos jogos de Pequim 2008 ao faturar o bronze no judô.

 

medalha de bronze em Pequim

Ketleyn Quadros: medalha de bronze em Pequim

Maurren Maggi também escreveu seu nome na história dos jogos ao se tornar a primeira mulher brasileira a conquistar o ouro olímpico em esportes individuais e no atletismo feminino.

 

O vôlei feminino chegou a final olímpica e faturou o primeiro lugar do pódio ao derrotar as americanas numa final emocionante.

 

As brasileiras Isabel Swan e Fernanda Oliveira não deixaram por menos e conquistaram um bronze inédito no iatismo classe 470.  Nenhuma mulher tinha conseguido medalhas neste esporte marítimo.

 

Natália Falavigna levou o país ao pódio pela primeira vez no taekwondo conquistando a medalha de bronze  na categoria acima de 67 kg.

 

A equipe brasileira de ginástica olímpica também fez bonito ao disputar pela primeira vez as finais por equipe. Jade Barbosa ainda conseguiu ficar entre as 10 melhores atletas mundiais no individual por aparelhos. Até então nosso melhor resultado era a 12º colocação.

 

Ana Marcela, de apenas 16 anos, igualou a melhor marca de nadadoras brasileiras em jogos olímpicos ao chegar na quinta colocação da maratona aquática.

 

As meninas do revezamento 4 x 100 do atletismo também fizeram bonito ao chegar em 4º lugar a frente de países como Estados Unidos e Jamaica, que tem tradição na prova.

 

a força das mulheres em Pequim

Maurren Maggi: a força das mulheres em Pequim

Com força, coragem e determinação as atletas brasileiras superam potências olímpicas que contam com todo o incentivo em seus países. Se antes era impossível imaginar uma equipe brasileira disputar de igual com países como Estados Unidos, China, Japão, Itália e muitas outras, agora esta possibilidade aparece com chances reais de medalha.

 

E no mundo corporativo não é diferente. As mulheres vêm ao longo dos anos tendo destaque e superando as barreiras do preconceito. Já são inúmeros os cases de sucesso de mulheres que na gestão de grandes empresas vem implementando novas propostas e conseguindo resultados empresariais de grande expressão.

 

E este sucesso, assim como no esporte, já faz com que o Brasil possa brigar de igual com empresas estrangeiras, com a vantagem de ter um toque a mais, fruto da qualidade e a sensibilidade da mulher brasileira.

 

Os fatos não mentem: as mulheres já alcançaram o lugar mais alto do pódio.

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