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As tendências para o mercado educacional – Parte 2

05/06/2008

 

Conforme discorri no último post, o mercado educacional, em especial da região metropolitana de Belo Horizonte, passa por muitas transformações que exigem das instituições uma nova postura no contato e relacionamento com seus prospects.

 

Trata-se da profissionalização da gestão destas instituições, já que num passado não muito distante o excesso de demanda não exigia que este tipo de negócio tivesse grandes aportes em estratégias de marketing, comunicação e relacionamento.

 

Em recente artigo para o portal Mundo do Marketing, o consultor Rafael Villas Boas elencou as 13 mega-tendências do Marketing Educacional. Como o próprio autor destacou, algumas estratégias já fazem parte da maioria das empresas de mercado, mas para o setor educacional a proposta chega a ser uma novidade, como planejamento e mensuração dos resultados, utilização estratégica de informações e o cadastramento de novas informações sobre clientes atuais e possíveis clientes, marketing de relacionamento e marketing direto.

 

Mas algumas das tendências chamam a atenção pela ousadia das propostas para um mercado extremamente tradicionalista. Neste contexto o uso das novas tecnologias surge como um grande apoio para as áreas de comunicação e marketing.

 

Destaco aqui a utilização das redes sociais para relacionamento com clientes e a criação de uma divulgação espontânea, o que gera credibilidade para o discurso institucional. Desta forma a utilização de comunidades virtuais, sites de relacionamento e blogs gera uma grande repercussão e um grande impacto para os resultados da instituição. A melhor propaganda continua sendo o boca-a-boca, e em tempos de internet a emissão de conceitos sobre as instituições se espalham rapidamente e intensamente.

 

 

 

A utilização do celular também é um formato diferenciado de abordagem ao público alvo e muito pontual para a divulgação de informações. Garantir as primeiras posições nos sites de busca, tanto para o seu nome, quanto para as palavras chaves do negócio é outro importante destaque do autor.

 

Outra tendência segundo Villas Boas é a utilização de departamentos comerciais para reforçar o processo de “vendas” dos serviços educacionais. Acho muito coerente o autor ter incluído a questão sobre vendas, mas garanto que muita gente se arrepiou ao ouvir esta palavra ligada ao mercado educacional. Mas acredito que a intenção do autor seja de destacar a atuação de equipes que buscam se relacionar melhor com o mercado e com os clientes, não apenas com ações de comunicação, mas atuando de forma a criar expectativas e a captação de novos parceiros e clientes.

 

Apesar do mercado educacional viver um momento de transformação, com queda da demanda e aumento da concorrência, o artigo de Rafael Villas Boas consegue demonstrar que é possível se diferenciar adequando os instrumentos para atender as expectativas do público, além de pensar estrategicamente as áreas de comunicação e marketing.

 

A inovação e a ousadia são palavras chaves para as instituições de ensino se destacarem entre suas concorrentes e garantir resultados superiores na época do vestibular.

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