10.30.09
Lançamento Oficial do Ebook Web 2.0: Erros e Acertos – Um guia prático para seu projeto
Acontece hoje, 30, o tão esperado lançamento do Ebook Web 2.0: Erros e Acertos – Um guia prático para seu projeto de Paulo Siqueira do blog Exadigital. A obra que conta com prefácio de Gilson Schwartz (Cidade do Conhecimento – USP) e ilustrações de Orlando Pedroso (Folha), é um relato prático e real, onde Paulo Siqueira revela como concebeu, desenvolveu e colocou em prática um projeto para a Web, passando pelo planejamento, programação, publicidade online e finalmente a execução.
Com uma linguagem clara e didática a obra é interessante para estudantes, professores, programadores, analistas, desenvolvedores, gerentes de projeto, executivos de Tecnologia da Informação, blogueiros, jornalistas de tecnologia, enfim, serve para qualquer pessoa que tenha curiosidade, interesse e quer saber mais sobre como fazer ou como funciona um projeto para a Web.
Para lançamento o autor utilizou a própria força da Web 2.0 mobilizando nada mais do que 80 blogs e dezenas de perfis no twitter, demonstrando o processo colaborativo existente nas mídias sociais.
Para baixar gratuitamente o Ebook basta clicar na imagem abaixo. A licença é Creative Commons
Sobre o autor
Paulo Siqueira, 53 anos, tem mestrado em Engenharia de Software pelo IPT. É professor universitário. Trabalha para a UNICEF, no Paquistão, como Gerente de TI. Trabalhou para Seven Networks International, UN-ICTY, Banco Mundial, IFES-USAID, UNDP-PAPP, UNV-PNUD e ICS-UNIDO, e Banespa-Santander, em diferentes lugares do mundo.
Blogs Participantes
Os blogs que participam do lançamento do Ebook Web 2.0 – Erros e Acertos – Um guia prático para seu projeto são:
Irradiando Luz, Dossiê Alex Primo, Não Zero, UsuárioCompulsivo, Nerds Somos Nozes, Zerotrack, Blog de Seo e Webstandards, iceBreaker, Luz de Luma, yes party!, Vivo Verde, Cova do Urso, Grãos de Areia pelo Infinito, atblog, DE Consulting, Nota Zer0!, TecnoCT, Leitura na Tela, Antes da HORA, Tecnologias digitais e Educação, Tecnologias, Educação e algo mais…, Virtual Z1, Uhu, galera!…, Blog do Carlos Fran, Blog do Locoselli, Blog de Renato Salles, Lua internauta, Mundo Desbravador, Fonte de Alegria, Lar da Veterinária, Origine Italiana, Arthur Araujo, Luana Giampietro, Blog do Zemarcos, blog EJM, Notícia e blog, Mídia Boom, [In]Commun Séries, Blogando com Vc!, Grupo NGJ, Voxtopia, pribi.com.br, Blog da Mari Rocha, Unidade Avançada, Blog Windows Brasil, Preparando a Redação, Usuário Nokia, Léo.Lopes – Portfólio, Blog do Netmind, Sylvester Stallone Brasil, Códigos Blog, Brasil Critical, Security Total, Ricardo Campos: Reflexione, Actividade, Açaí Grosso, Muleque Doido, Ernandes Rodrigues, cajuinas, Educação a Distância, WebGringos, Fruição e Escrita, Informática Desvendada, Midlife, Popzei!, Berdades da Boca P’ra Fora, My Percepções, Liso-Sapiens, Blogger Pessoal, Neurônio 2.0, Vondeep, The worst kind of thief, Thiago Antonio, Marcus Monteiro, Franquia Empresa, Blog Mídias Sociais, Abre Aspas, Chronus Blog, Sedentarismo Intelectual, PopNutri.
08.31.09
Holografia vira sensação nas empresas e na TV
Ela não é nenhuma novidade, mas sua aplicabilidade começa a se tornar real devido as inovações tecnológicas, como a internet e as telas de alta definição – estamos falando da holografia, um processo de codificação da informação visual que com a ajuda do laser pode ser decodificada, recriando integralmente esta mesma informação.
Concebida pelo húngaro Dennis Gabor, ganhador do Prêmio Nobel de Física em 71, a holografia é a materialização do eterno desejo humano de reconstruir o espaço, de simular a realidade, realizando o virtual e virtualizando o real (via Juliano Web). Tudo isso por conta da evolução tecnológica que anda a passos longos e das inovações que não param de surgir criando novas possibilidades e transformando o que era ficção científica em realidade.
Já utilizada por diversas empresas a telepresença é um exemplo desta nova realidade. Empresas de tecnologias já estudam a aplicabilidade da tecnologia em celulares, grandes corporações investem em equipamentos e salas construídas para imitar sala de reuniões que dão a impressão de que os participantes estão mesmo local, entre outras aplicações. Pessoas que mesmo estando em diferentes regiões do mundo, podem conversar como se estivessem num mesmo espaço, dando ainda uma contribuição para as finanças das empresas e para o meio-ambiente, já que são evitados o deslocamento dos executivos entre as filiais, gerando economia com as passagens, a utilização de aviões e conseqüentemente o consumo de petróleo.
A Cisco, uma das principais empresas de tecnologia do mundo, criou um sistema que possibilita os executivos fazerem reuniões virtuais com a sensação de estarem num mesmo espaço, mesmo estando a milhares de quilômetros de distância.
A moda da holografia já chegou também na televisão:
Após a reportagem no Conecte do Jornal da Globo a própria emissora utilizou a tecnologia em sua programação, ao apresentar em dois momentos no Fantástico do último domingo, 30, exemplos da telepresença. Confira os vídeos clicando aqui.
O fato é que a holografia brevemente vai permitir que a comunicação seja muito mais completa. Se a internet hoje já nos permite comunicar por meio de voz e vídeo, daqui a alguns anos falaremos ao telefone e teremos a grata sensação de estar ao lado das pessoas queridas, mesmo estando em espaços físicos totalmente diferentes. É a ficção virando realidade.
08.10.09
Máquinas Fotográficas: desvende seus mistérios
Em tempos de tecnologia a imagem tem uma grande importância para promoção de pessoas, produtos ou serviços. E hoje está muito mais acessível para qualquer pessoa ter uma máquina fotográfica, principalmente as digitais que trazem uma série funções. Para profissionais que sabem como extrair o melhor de uma máquina fotográfica as oportunidades são incríveis, tanto pessoalmente como profissionalmente.
Pensando nesta necessidade a Alertse Qualificação apresenta um curso que vai ajudá-lo a “Desvendar os Mistérios da Máquina Digital”. Uma ótima oportunidade para gestores, profissionais, ou qualquer pessoa que busca conhecer sobre fotografia e de como obter melhores resultados nos seus registros.
Confira a divulgação e faça a sua inscrição:
07.30.09
Ensino superior e as mídias sociais: relacionamento e transparência
Não é de hoje que as instituições de ensino superior estão ligadas nas inovações tecnológicas e na evolução de soluções específicas para a área, que possa manter a atenção do aluno e ajudá-lo no seu aprendizado. Assim temos laboratórios cada vez mais informatizados e equipados, a utilização de data-show para tornar as aulas mais atrativas e mais dinâmicas, além de gerar oportunidades para utilização de recursos multimídias, etc.
A comunicação entre as instituições e seus stakeholders também segue pelo mesmo caminho e a tecnologia surge como um elo entre a comunicação ativa e o relacionamento entre as partes. Assim, hoje é quase impossível achar uma instituição de ensino superior que não esteja antenada nas novas mídias sociais, monitorando sua imagem na web e mesmo participando ativamente das oportunidades que surgem com a utilização de canais como o Twitter, Youtube, Orkut, Flickr e os blogs corporativos.
Na busca pela comunicação transparente e na ativação do relacionamento com pais, alunos, fornecedores, parceiros e sociedade em geral, é possível perceber que as instituições estão criando canais institucionalizados onde esta comunicação ocorre sem barreiras e também sem controle.
Este aliás é um ponto de atenção que toda instituição deve ter quando institucionaliza um canal na web, afinal não basta apenas ter o canal e não fazer um acompanhamento diário sobre os comentários, número de visitações, fazer atualizações periódicas e monitorar o recall da marca.
Deve estar preparada também para enfrentar objeções, críticas e até protestos, já que na rede todos tem a liberdade de escrever sobre a sua experiência e divulgá-las para todo mundo, sendo muito mais difícil para as empresas gerenciar impactos negativos e até mesmo o início de uma crise. É notório que na rede bloquear comentários que não falam bem da empresa é um tiro no pé, todos logo ficarão sabendo por outros canais que a empresa só autoriza mensagens que falem bem da mesma e aí o “tiro sai pela culatra”.
Portanto inserir-se nas redes sociais não é uma tarefa simples para as instituições, pois traz uma série de desafios, mas também diversas oportunidades para que a comunicação flua com o dinamismo que só a rede proporciona.
07.23.09
Mundo do Marketing destaca atuação das Relações Públicas na área digital
Em matéria de Bruno Mello, o Portal Mundo do Marketing destacou a atuação das Relações Públicas nas mídias digitais em prol da marca e a contratação de Risoletta Miranda, especialista em marketing digital, para o comando da unidade de negócio digital da FSB.
A matéria destaca que com a internet, o contato do consumidor se multiplicou em sites corporativos, blogs e redes sociais, tornando o gerenciamento de imagem uma tarefa extremamente difícil e que as empresas como Nike, Microsoft, Ipiranga, Ministério da Saúde e a Confederação Nacional da Indústria já sabem disso e contratam agências para gerenciar sua imagem na web. “Relações publicas no Brasil hoje é evento. Aqui se pensa de uma forma um pouco mais diferenciada. Fazer a comunicação não pode mais não passar pelo digital”, afirmou Risoletta ao Mundo do Marketing.
Um dos focos deste segmento de negócio é fazer uma conexão do que está na rede para pautar as mídias tradicionais e ajudar a posicionar a empresa na web conforme ela deseja. “Quando se identifica uma tendência, pode-se criar uma agenda positiva, esclarecer antes que vire um boato”, aponta Risoletta.
Para a especialista é importante ter estratégia para fazer a diferença no mundo digital, fortalecendo a marca.
Fonte: Mundo do Marketing
07.09.09
No Brasil a Internet supera as mídias tradicionais
Recente matéria de Venício Lima para site Envolverde/Carta Maior conseguiu demonstrar a supremacia das mídias digitais sobre as mídias tradicionais. Baseado em recentes pesquisas ficou claro que a Internet hoje tem uma grande representatividade quando se busca informação, diversão, cultura e serviços.
Mas diferentemente das mídias tradicionais o usuário deixa a passividade de lado para assumir o comando na emissão das informações e na elaboração de conteúdo. Segundo a matéria, uma pesquisa revelou que 83% dos consumidores de mídia no Brasil produzem seu próprio conteúdo de entretenimento usando, por exemplo, programas de edição de fotos, vídeos e músicas. O público de faixa etária entre 26 e 42 anos é o mais envolvido com atividades interativas na rede.
Lima afirma que a Internet ultrapassou a televisão, conforme revelou uma pesquisa feita pelas Consultorias Deloitte Touche Tohmatsu e pelo Harrison Group, denominada de “O Futuro da Mídia”. A pesquisa, realizada simultaneamente nos EUA, na Alemanha, na Inglaterra, no Japão e no Brasil, identificou como pessoas entre 14 e 75 anos “consomem” mídia hoje e o que esperam da mídia no futuro. A pesquisa feita no segundo semestre de 2008 teve a amostra dividida em quatro grupos de faixas etárias: a “Geração Y”, com idade entre 14 e 25 anos; a “Geração X”, que tem entre 26 e 42 anos; a “Geração Baby Boom”, formada por pessoas entre 43 e 61 anos; e a “Geração Madura”, que compreende os consumidores entre 62 e 75 anos. No Brasil, foram ouvidas 1.022 pessoas, classificadas nas quatro faixas etárias.
A pesquisa concluiu que os brasileiros são os mais consomem informações dos mais variados canais, em comparação com os demais países, com destaque especial para as atividades on-line. Os consumidores brasileiros gastam 82 horas por semana interagindo com diversos tipos de mídia, incluindo o celular.
Um dado extremamente revelador é que assistir à televisão é a fonte de entretenimento preferida pelos entrevistados de todos os países participantes da pesquisa, com exceção do Brasil. Entre nós, a TV aparece em terceiro lugar, as revistas em sétimo, o rádio em nono e os jornais em décimo.
O quadro (adaptado) abaixo revela as preferências brasileiras.
Fontes de entretenimento favoritas – Brasil
1º – Assistir a filmes em casa (não inclui filmes na TV) ………55 %
2º – Navegar na internet por interesses pessoais ou sociais……53 %
3º – Assistir à televisão …………………………………………………….46 %
4º – Ouvir música (usando qualquer dispositivo ………………….36 %
5º – Ir ao cinema ……………………………………………………………..30 %
6º – Ler livros (impressos ou on-line) …………………………………25 %
7º – Ler revistas (impressas ou on-line) ………………………………16 %
8º – Jogar videogames ou jogos de computador …………………..14 %
9º – Ouvir rádio ……………………………………………………………….13 %
10º – Ler jornais (impressos ou on-line) ……………………………..12 %
Destaque para as redes sociais
A pesquisa Deloitte/Harrison faz referencia a outra pesquisa divulgada em junho de 2008 pelo Ibope/Net Ratings sobre o surgimento das “redes sociais virtuais”, ou seja, os sites de relacionamento que reúnem internautas com os mesmos interesses. Segundo esta pesquisa, 18,5 milhões de pessoas haviam navegado neste tipo de site em maio de 2008. Se somados os fotologs, videologs e programas de mensagens instantâneas, o número salta para 20,6 milhões.
Lima destaca ainda que no painel de abertura do 8º Tela Viva Móvel, dia 20/5, em São Paulo, o gerente de conteúdo e aplicações da Oi, Gustavo Alvim, informou que as redes sociais já desempenham papel mais importante que o acesso a emails no cenário da internet mundial. Em média, enquanto 65,1% dos usuários mundiais de internet acessam emails, 66,8% acessam redes sociais. “E o Brasil é o líder absoluto em redes sociais, com 85% de seus internautas que acessam pelo menos uma rede social”.
Oportunidades para quem não quer ficar de fora deste grande filão.
Com informações da matéria de Venício Lima, Pesquisador Sênior do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da Universidade de Brasília – NEMP – UNB, para o Portal Envolverde/Agência Carta Maior
06.10.09
Curtas da Comunicação
Microsoft lança Bing na tentativa de minimizar o poder da Google.
O novo motor de busca chega para substituir o Live Search e segundo a Microsoft ajudará os utilizadores a pesquisar de forma mais objetiva e simplificada. Será que o Bing conseguirá competir com o Google? É ver para crer.
Perfil das redes sociais no Brasil
Edney Souza (Interney/Pólvora) em sua palestra no Social Media Brasil, realizado em SP, deu um panorama atual das redes sociais no Brasil.
Orkut:
- 35 milhões de perfis brasileiros ativos/mês.
- Média de 4hs de navegação por usuário/mês.
- 79% dos brasileiros online.
- O que se faz: seeding (Permissão), pesquisas de opinião (enquetes), compra de logos e links em perfis de comunidades, casting de supermoderadores, OpenSocial.
Blogs:
(Fontes: Cetic.br, Ibope/Netratings, Wave McCann)
- Pessimista/Realista: 17% dos internautas criam/atualizam blogs e websites.
- 51% dos internautas residenciais lêem blogs.
- Otimista/Restrita: 45% criam/atualizam.
- O que fazer (do mais para o menos polêmico): Publicam editoriais identificados, envoi de releases, envoi de mídias kit, casting (eventos), amostra de produtos/serviço, entrevistas com executivos, produção patrocinada de conteúdo, avaliação técnica de produtos e compra de banners.
Flickr / Fotolog:
- O que fazer: Casting com fotógrafos, grupos de flickrs, seeding e release.
- 70% compartilham fotos (Wave McCann).
- 34 % fazem uploads todos os dias (Wave McCann).
Twitter:
- Mais de 18 mil perfis em lingual portuguesa (Ranking do Cris Dias).
- Possibilidades: Divulgar links interessantes, conversar com usuários / SAC, Promoções.
Youtube / Videolog:
- 49% assistem videos online (Cetic.br).
- 15% fazem uploads de vídeos.
- Pode ser feito: Produção com hubs sociais/videomakers, videos interativos, canais customizados, post roll, seeding/releases.
Blip FM / My Space / Last FM:
- 43% ouvem radio em tempo real (Cetic.br).
- 32% fazem download de filmes, músicas ou software’s (Cetic.br).
- Rádios personalizadas, seeding, releases.
Facebook:
- 40 mil perfis de brasileiros (Ibope / Netratings).
- Principais ações possíveis: Eventos para early adopters / tecnologia, anúncios de texto, aplicativos.
Linkedin / Pearibus / Via6:
- Corpo a corpo, campanhas B2B.
MeAdiciona:
- Organizando a bagunça
Top redes sociais no Brasil:
1. Orkut
2. Sonico
3. Myspace
4. Via6
5. Facebook
6. Multiply
7. Twitter
8. Hi5
Fonte: Wagner Fontoura – Boombust
05.09.09
Revista Veja destaca vídeos do Youtube
A Revista Veja publica na edição desta semana matéria sobre os vídeos anônimos que fazem sucesso no Youtube. Vídeos que produziram uma onda viral e onde alguns dos produtores conseguiram alcançar objetivos maiores do que o simplesmente ser visto por mais de 118 milhões de pessoas.
São as redes sociais produzindo a conexão de milhares de pessoas e possibilitando a divulgação de idéias, sonhos e potencializando carreiras.
O vídeo abaixo é o 2º mais visto do Youtube, onde o bailarino Judson Laipply encorajado por um grupo de estudantes demonstra suas habilidades. O vídeo fez tanto sucesso que o bailarino alimentou o Life Is Change, endereço em que os fãs podem assistir ao vídeo, esclarecer dúvidas sobre o dançarino e participar de um jogo em que é possível colocar uma foto num corpo virtual que dança como Judson.
Já o vídeo abaixo é de um garoto que faz a versão na guitarra da música Canon. Após o sucesso ele promoveu um curso de guitarra pela internet.
Dos vídeos destacados, outro que chama a atenção é o vídeo que ajudou a beneficiar a banda Ok Go e sua música Here It Goes Again. O grupo se beneficiou bastante da internet: conseguiu destaque moderado no mundo virtual no fim de 2005 e alavancou o sucesso global com a música Here it Goes Again em 2006 . Confira o site da banda Ok Go.
Criatividade e ousadia fazem parte dos vídeos mais vistos do Youtube e demonstra uma oportunidade de divulgação de talentos, de idéias e de marcas.
03.19.09
Mundo digital: o papa é pop
O mundo digital definitivamente alcançou setores tradicionais da sociedade mundial e mudou hábitos na contemporaneidade. O exemplo mais claro desta afirmação é a recente entrada do Vaticano nos caminhos da Web 2.0 e de outras religiões que utilizam a rede para relacionar-se e obter interação com seus fiéis.
A Igreja Católica é uma das religiões que vem investindo na web como canal de relacionamento e de interação com seus fiéis. Recentemente o papa Bento XVI teve a sua estréia no YouTube e este é um fato realmente extraordinário, principalmente vindo do Vaticano que apresenta setores totalmente conservadores. Uma empresa de telefonia até utilizou as missas do papa na web para falar sobre as mudanças de um mundo que se demonstra cada vez mais dinâmico.
Em vídeo no canal do Vaticano do YouTube o Papa reflete sobre a importância da igreja levar sua mensagem aos canais onde jovens procuram respostas e sentido para sua vida.
O lançamento do iBreviary , um sistema criado pelo Vaticano que permite colocar nos iPods o livro das leituras e orações usados pelos sacerdotes, também demonstra a absorção da tecnologia pela religião católica.
Aqui no Brasil o exemplo vem da Basílica de Nossa Senhora Aparecida, no interior de São Paulo, onde existe uma equipe da área de tecnologia da informação que estão imersos na Web 2.0. Entre as propostas está a revitalização do site transformando-o em um portal colaborativo. Hoje o site permite que as pessoas rezem usando um terço virtual ou baixem imagens sacras para o celular, mas vai ganhar ferramentas para que os católicos troquem informações e criem comunidades de interesse, possibilitando uma intensa interação entre os fiéis.
Outras religiões também aderem ao mundo digital
A doutrina judaica também é outra religião que tem um intenso trabalho na web, envolvendo um site interativo onde os fiéis têm informações sobre o Shabat – dias de descanso do judaísmo e da cerimônia do bar-Mytsyá. A religião mantém também um canal no youtube.
O Centro Islâmico no Brasil também acredita que a web tornou-se um recurso de disseminação das ideias de Maomé. Quem navega pela página da instituição aprende os princípios do Islamismo, acompanha os horários das orações diárias e pode ler o Alcorão em português.
As igrejas evangélicas também estão em massa na internet por meio de inúmeros portais. Na Assembléia de Deus existem sessões de chat para os pastores, enquanto que pela Igreja Renascer era possível seguir o culto realizado na sede.
Não é que a internet está substituindo as celebrações oficiais, mas se torna um excelente canal para disseminação da religião e atração de novos fiéis, além da promoção da interação entre as instituições religiosas e os fiéis. Assim a Web revoluciona mais uma vez ao penetrar em áreas conservadoras e proporcionar aos fiéis meios de interação e aprendizado com a doutrina que escolheram seguir.
Com informações do Jornal Valor Econômico em matéria de André Borges e Talita Moreira.






