10.19.09
O Brasil na crista da onda
Inicio esta reflexão com um título que já diz tudo, nosso país está na crista da onda, termo que indica algo que está em evidencia, que faz sucesso, que está por cima do turbilhão, no ponto mais elevado. Pois é assim que nosso país se encontra, economia estável e com forte recuperação no pós-crise, presente nos grandes fóruns de discussão sobre os grandes temas da humanidade, uma nação que hoje consegue se posicionar lado a lado com as grandes economias do mundo.
E as recentes conquistas deixam claro que o país realmente vive um bom momento. A realização da Copa de 2014 e da recente escolha do Rio de Janeiro para sediar as primeiras Olimpíadas na América do Sul, em 2016, são uma demonstração clara de que o país é respeitado e reconhecido como uma grande nação. O presidente com seu carisma tornou nosso país referência lá fora, bem como o brilhante trabalho de relações públicas que vem mudando a imagem do nosso país no exterior.
Mas estas conquistas não agradaram a todos, criticas e mais criticas foram deferidas ao esforço do governo federal de trazer para o Brasil estes grandes eventos esportivos. As alegações para as críticas são a possibilidade de haver corrupção e desvio de verbas nas obras, alocação de investimentos em detrimento a áreas prioritárias como educação e saúde, dentre outros motivos.
Respeito a opinião de todos, mas acredito que exista uma miopia ao analisar esta alocação de recursos, já que os eventos em questão darão ao país ainda mais visibilidade, gerando investimentos e empregos, além de oportunidades em todas as áreas, trazendo dividendos inclusive para a educação e para a saúde. O turismo é claro será o grande beneficiado dando o start para que as demais áreas possam gerar diversos negócios.
Com a chegada dos turistas estrangeiros, teremos a oportunidade de mostrar que o Brasil é muito mais do que samba e mulher pelada. É curioso que muitos gringos que visitam nosso país, fora do roteiro do turismo sexual, acabam reconhecendo as grandes riquezas regionais e exportando nosso artesanato, nossas gemas, etc. Atuando na D’Minas Turismo, minha empresa de turismo receptivo, acompanho o desenvolvimento de regiões inteiras baseadas no turismo e nos negócios que esta atividade gera para comunidade.
Em Minas este potencial já foi descoberto e recebe investimentos do governo estadual por meio do excelente trabalho da Secretaria de Turismo – SETUR, que vem profissionalizando e apoiando as comunidades locais. Um exemplo de como o turismo poderá contribuir para a transformação do nosso país.
Portanto faço parte dos otimistas, que acreditam que os projetos Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016 serão a conclusão deste processo que já está em curso: da entrada de nosso país para o rol das nações mais respeitadas do mundo. Acredito, até por também atuar no ramo de turismo, que o Brasil sairá fortalecido após a realização destes eventos e que as riquezas geradas serão muito superiores aos investimentos.
Os riscos inerentes aos altos investimentos são um fato, mas acredito que compensa tentarmos, superarmos mais este desafio que nos é imposto, para que possamos continuar surfando pelas ondas do desenvolvimento e da prosperidade.
10.05.09
O bar e o blog: meu pitaco sobre o assunto
Na semana passada o assunto do sururu entre o Boteco São Bento, localizado na Vila Madalena em São Paulo e o Blog Resenha 6 deu o que falar e como comunicador gostaria de dar meu pitaco sobre o assunto, já que este realmente se tornou um case em que a gestão de uma crise foi totalmente ignorada, onde uma empresa perdeu a oportunidade de tratar o caso com transparência e ainda aproveitar a audiência do blog para ter novos freqüentadores.
As opiniões postadas no referido blog são uma demonstração clara dos desafios que as empresas tem frente as mídias sociais já que milhares de consumidores estão interconectados e emitem opiniões que são replicadas em escala global. Veja bem, estou em BH, não conheço o Boteco e nem conhecia o blog, mas a repercussão foi tão imediata que a quantidade de mensagens que recebi fez com que tivesse acesso a inúmeras matérias em blogs, redes de relacionamento, twitter e em sites conceituados com IDG Now, HSM e Folha.
Longe de querer discutir o mérito da questão, pois como empresário sei como deve ser duro receber uma série de críticas ao seu estabelecimento colocando em risco o planejamento do negócio. Por outro lado não conheço a índole dos jornalistas que administram o blog e quais eram as suas reais intenções, já que os termos chulos utilizados no texto não combinam com sua formação, mesmo sendo textos opinativos. Afinal jornalista é sempre jornalista e deve primar por um texto no mínimo mais cuidadoso. O fato é que a internet está aí e como gestores de nossos negócios teremos que saber atuar com as novas mídias e com desafios como este, que devem ficar mais comuns a cada dia.
Toda esta repercussão poderia ter sido evitada com o diálogo, a transparência, ações de relacionamento e o melhor, sem fugir do debate, o que só piora situações como esta. A ação impetrada contra os donos do blog demonstram que empresas ainda não estão preparadas para lidar com este novo mundo que vivemos pós chegada da internet.
Já dizia Vera Giangrande que o cliente tem mais do que a razão e de que a reclamação se torna uma grande oportunidade para que a empresa possa melhorar seus processos. Fica a lição eternizada por esta grande figura da arte de encantar os clientes que fez no Grupo Pão de Açúcar a sua história.
08.26.09
Comunicação interna é destaque no Prêmio Aberje
Teve início nesta terça, 25, a audiência pública da etapa regional de Minas Gerais e Centro-Oeste da 35ª edição do Prêmio ABERJE, onde estive na parte da manhã e pude acompanhar as defesas nas categorias Campanha de Comunicação de Marketing, Comunicação de Marca e Comunicação Integrada.
Mais uma vez ficou claro que a comunicação está cada vez mais integrada aos planos estratégicos das empresas e que é extremamente valorizada mobilizando cifras que vão de 30 (se não fosse a crise) a 4 milhões de reais por campanha. E com tanto dinheiro em jogo a comunicação das empresas está cada vez mais consistente, demonstrando um mix de comunicação que abarca os diversos públicos institucionais.
Apesar do mix de comunicação que abrange todos os públicos institucionais o grande destaque em todas as apresentações foi o público interno que surge realmente como o grande “embaixador da marca”. E as estratégias e peças apresentadas não deixam dúvida de que os funcionários têm um papel fundamental para que a comunicação alcance seus objetivos, ou seja, não é apenas um discurso. Além de canais tradicionais como folheteria, hotsites e filmes, algumas estratégias específicas chamam a atenção, como álbum de figurinhas, distribuição de ingressos para jogos de futebol, kits personalizados da campanha e eventos que ajudam os funcionários a se integrarem e a disseminar a mensagem institucional.
Amanhã tem mais, e acompanho a defesa das categorias Gestão de Mídia Digital e Comunicação e Relacionamento com o Público Interno. Trago as minhas impressões sobre o evento para postar neste espaço.
08.14.09
Relacionamento Interpessoal e Gestão de Conflitos
A equipe da Alertse Qualificação divulgou mais um curso que está na ordem do dia para todos os profissionais que lidam com equipes e com negociação.
Confira a divulgação:
08.10.09
Máquinas Fotográficas: desvende seus mistérios
Em tempos de tecnologia a imagem tem uma grande importância para promoção de pessoas, produtos ou serviços. E hoje está muito mais acessível para qualquer pessoa ter uma máquina fotográfica, principalmente as digitais que trazem uma série funções. Para profissionais que sabem como extrair o melhor de uma máquina fotográfica as oportunidades são incríveis, tanto pessoalmente como profissionalmente.
Pensando nesta necessidade a Alertse Qualificação apresenta um curso que vai ajudá-lo a “Desvendar os Mistérios da Máquina Digital”. Uma ótima oportunidade para gestores, profissionais, ou qualquer pessoa que busca conhecer sobre fotografia e de como obter melhores resultados nos seus registros.
Confira a divulgação e faça a sua inscrição:
08.04.09
A força de uma marca
Recebi a figura abaixo que me deixou pensativo sobre o quanto algumas marcas representam no nosso imaginário e como elas conseguem manter sua identidade visual por longos anos, mesmo em mercados altamente competitivos e inovadores.
A trajetória destas empresas demonstram uma série de dificuldades, choques culturais e até mesmo protestos diversos mundo afora, mas com uma incrível habilidade de gestão elas conseguiram se manter no mercado e mesmo não renovando sua identidade visual renovaram conceitos e implantaram estratégias criativas e inovadoras. Esta é a grande diferença de empresas como Ferrari, Mc Donald’s, Nike, dentre outras.
Confira a figura em questão:
05.21.09
Na crise das oportunidades o relacionamento é o foco
Já não é novidade para ninguém, mas com a crise mundial e a redução dos investimentos, uma das saídas encontradas pelos gestores foi o investimento em estratégias de relacionamento, que geram economia e resultados consideráveis com relação as estratégias tradicionais de comunicação e gestão.
E muitos ainda pensam no relacionamento como estratégias mirabolantes sendo que muitas das vezes a simplicidade é a melhor pedida, a atenção aos detalhes e até mesmo um sorriso, situações do cotidiano que as deixamos passar despercebido.
Existe um famoso case de gestão que demonstra a importância dos pequenos detalhes que transformam a experiência do cliente e que trazem resultados surpreendentes. E o melhor, sem a geração de custos exorbitantes, o que em tempos de crise é um grande diferencial.
Um hotel especial
Um homem está dirigindo há horas e, cansado da estrada, decidiu procurar uma pousada ou hotel para descansar e dormir. Avistou um luminoso com o nome Hotel Veneza. Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: “Bem-vindo ao Veneza!”. Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos, tudo muito rápido e prático.
No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte. Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro).
A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado naquele local até então. Retornou ao quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela! Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo da copa do apartamento e descobriu uma cafeteira ligada por um timer automático, seu café e, junto um cartão que dizia: “Sua marca predileta de café. Bom apetite!” Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe.
De repente, lembrou-se: no jantar lhe perguntaram qual a sua marca preferida de café. Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. “Mas, como pode? É o meu jornal! Como eles adivinharam?” Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou a recepcionista lhe perguntara qual seu jornal preferido. O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal!
Estabeleceram relacionamento!
03.28.09
Cadê a sustentabilidade que estava aqui?
É provável que nos últimos tempos uma das palavras mais pronunciadas no meio empresarial e adjacências tenha sido sustentabilidade. Pronunciada em vão, talvez vacilante, sem muita convicção e conhecimento de toda a gama de significados que essa causa carrega. Acima de tudo, minha percepção é que, ao se falar deste fascinante tema, sempre faltou algo fundamental quando se fala de comunicação: alma.
Partir da perfeita compreensão e significação simbólica e concreta, antes de aplicá-la em discursos e peças de comunicação, é um primeiro passo essencial. Engajar-se na causa da sustentabilidade exige que se trabalhe obrigatoriamente a interdependência entre três amplos conceitos – social, ambiental e econômico. Quanto mais presentes e equilibrados entre si, mais acertado é o caminho escolhido pela organização praticante. Mas podem existir casos em que a mão pese mais em um ou dois destes conceitos.
Não há uma regra rígida, mas sim uma atitude inegociável: olhar para o mundo na perspectiva destas três vertentes, aguçando a consciência, a atenção e o cuidado em se considerar o indivíduo em todos os seus papéis e a sociedade em todas as suas necessidades e aspirações, futuras e atuais. Sob este prisma, investir em ações de empreendedorismo, inclusão social, distribuição de renda, uso consciente dos recursos naturais e orientação financeira surgem como decorrências naturais de uma crença, uma causa maior.
No entanto, ainda existe uma dose considerável de ceticismo no mercado; algumas empresas e executivos não acreditam ser possível ter um bom retorno financeiro e fazer negócios respeitando as pessoas e o meio ambiente. O que podemos é mostrar argumentos que provam o contrário. O mercado financeiro comporta bons exemplos de que cada vez mais investidores individuais e institucionais direcionam seus recursos para empresas que desenvolvem ações com foco na sustentabilidade, pois sabem que essas empresas têm um futuro mais promissor. Aliás, um bom argumento é uma pesquisa realizada recentemente pela consultoria A.T. Kearney sobre a performance de empresas sustentáveis no mercado financeiro.
Após analisar 99 empresas, a consultoria concluiu que, durante a atual crise econômica, as companhias que têm um comprometimento real com a sustentabilidade apresentaram uma melhor performance no mercado financeiro quando comparadas aos seus pares. Em 16 das 18 indústrias pesquisadas, as companhias reconhecidas pelo foco em sustentabilidade tiveram uma performance 10% melhor do que seus pares; em seis meses, a diferença de performance foi de 15%, o que corresponde a uma média de US$ 650 milhões de capitalização por empresa.
No Banco Real, integrante do Grupo Santander Brasil, a sustentabilidade passou a ser adotada em 2001 e assumida no modelo mental dos nossos executivos, o que inspirou e estruturou nosso jeito de fazer negócios, nossa visão da sociedade que queremos ajudar a construir, nos valores que praticamos todos os dias. Para que não corrêssemos o risco de cair no discurso vazio, no uso apelativo de uma visão que agrega tanto valor ao nosso trabalho, desde então mantemos programas internos em processos contínuos sobre práticas sustentáveis e formação de líderes para a sustentabilidade. A partir do envolvimento de nossas lideranças e desses programas de disseminação e fóruns de discussão, instalou-se um ambiente interno propício e estimulante para o engajamento de nossos funcionários e também de nossos fornecedores.
No Grupo Santander Brasil, que reúne os bancos Santander e Real, todo o processo de comunicação acontece de dentro para fora. Acreditamos que uma imagem forte só se sustenta apoiada em uma identidade e uma prática diária correspondente e coerente. Assim ampliamos, gradativamente, o raio de ação da comunicação, externalizando nossa visão de negócios que pode ser sintetizada em: um novo Banco para uma nova sociedade. Queremos ser o melhor Banco para nossos funcionários trabalharem, o melhor Banco em retorno aos acionistas e o melhor Banco em satisfação de clientes. E é com base nesse nosso jeito de ser e de fazer que estamos vivenciando nossa nova essência, diariamente, provocando reflexões, acolhendo a diversidade de idéias, e valorizando o diálogo com nossos funcionários, fornecedores, clientes e com a sociedade como um todo.
Por isso, nos sentimos confiantes ao dizer que queremos ser agentes, como organização e como indivíduos, dessa evolução de nossa sociedade, cada vez mais bem informada e consciente, buscando a integração do humano e do ambiental com o econômico em todas as suas realizações. E o caminho é tão simples e tão complexo quanto essa reflexão. É preciso estar determinado, aberto ao diálogo, principalmente para ouvir, ter serenidade para encarar os dilemas, saber superar algumas inevitáveis tentativas frustradas. Ao mesmo tempo é preciso saber atrair adeptos à causa, gente com este novo olhar, gente capaz de entender que o projeto é coletivo, tem movimento, carece de interdependência entre tudo e todos e é muito baseado na confiança. E, claro, como tudo, acontece por meio da comunicação.
Como podemos ver, essa é a hora de olhar para frente e focar nas oportunidades que surgem quando há o objetivo de construção conjunta. Hoje eu posso afirmar que no Grupo Santander Brasil não saberíamos tomar decisões sem considerar todos os aspectos que envolvem este novo olhar sobre o mundo, do presente e do futuro, e sobre os processos de geração de valor em nossa sociedade.
Análise:
A matéria acima é um artigo/depoimento de Fernando Martins, Diretor Executivo de Estratégia da Marca e Comunicação Corporativa do Grupo Santander Brasil, publicado originalmente no Portal Mundo do Marketing.
Analisando a matéria é possível identificar porque o Banco Real, agora do Grupo Santander, é notoriamente reconhecido como um agente em prol da sustentabilidade, com enfoque especial para o pilar ambiental. Um case muito interessante sobre como a sustentabilidade pode ser um modelo de gestão, utilizado para gerar valor para a marca e também para a sociedade.
Não podemos deixar de analisar o artigo por um prisma mais crítico, como ferramenta de divulgação institucional e embarcar no idealismo do autor que quer demonstrar uma total perfeição que não existe. Um exemplo são as altas taxas de juros que são cobradas pelos bancos, inclusive pelo Santander e Real. Apesar disso, o texto é com certeza uma boa referência de leitura.
03.13.09
As fusões na era do Twitter
A Revista Exame divulgou esta semana uma matéria muito interessante que demonstra como as mídias sociais têm um grande poder de influência e um rápido alcance junto às redes, o que pode gerar pontos favoráveis e também constrangimentos e prejuízos para as empresas.
A matéria de Malu Gaspar revela que as fusões de empresas nunca mais serão as mesmas depois do Twitter – site de microblogs em que cada usuário manda para seus contatos mensagens curtas – ao relatar um fato ocorrido na fusão entre a Oi e a BrT .
Nas primeiras horas do dia 18 de fevereiro, surgiu no Twitter um usuário que prometia descrever em detalhes o que acontecia nos bastidores da fusão das operadoras Oi e Brasil Telecom. “O clima pela manhã foi tenso. Gerentes e coordenadores começaram a ser demitidos”, escreveu o usuário, que assinava apenas como “mensageiro”. Atualizado em intervalos de minutos, o blog exibia mensagens como “Nunca vi a fragmentadora de papéis ser tão utilizada quanto hoje” ou “No horário do almoço as caras no restaurante da BrT não eram as mais amigáveis”.
A atuação do “mensageiro” revela os grandes desafios que surgiram frente ao surgimento das redes de relacionamento on-line e demais mídias sociais. A rádio-peão se aprimorou e hoje os funcionários podem ficar sabendo de fatos ou serem influenciados sem ao menos saírem de suas salas. Na própria tela do computador as informações são postadas minuto a minuto, como no exemplo citado acima.
Se a empresa não monitora as redes sociais ela corre um grande risco de não conseguir esclarecer os fatos e de colocar por terra todo o esforço de comunicação necessário para que a fusão entre as empresas possa acontecer de forma harmoniosa, afinal a própria matéria afirma que choques entre vencedores e vencidos surgem em qualquer aquisição e são, justamente, a maior razão para o fracasso de uma união entre empresas.
Portanto, monitorar as redes sociais e o que andam falando de sua organização se tornou primordial para que se possa garantir uma boa reputação e a blindagem da imagem corporativa, evitando o surgimento de crises e constrangimentos futuros.
Com informações da Exame










