10.24.09
Revista Comunicação Empresarial: vale a leitura
A Revista Comunicação Empresarial da Aberje na edição nº 72 traz excelentes matérias que vale a pena conferir. Destaque para a matérias sobre a Faculdade de Comunicação de Syracuse, os 40 anos do Jornal Nacional, o dicionário da era digital e o Brazil com Z, que destaca as agências que cuidam da imagem do Brasil no exterior.
A versão on-line da revista pode ser acessada no site da Aberje ou clicando na imagem:
08.27.09
Comunicação interna foi novamente o destaque no Prêmio Aberje
Terminou nesta quarta, 26, a audiência pública da etapa regional de Minas Gerais e Centro-Oeste da 35ª edição do Prêmio ABERJE, onde estive na parte da manhã para acompanhar as defesas nas categorias Gestão de Mídia Digital e Comunicação e Relacionamento com o Público Interno.
Os projetos que foram apresentados foram excelentes e realmente merecem estar nesta fase do prêmio pela originalidade e pelas estratégias utilizadas que estão intimamente ligadas aos objetivos institucionais.
Na categoria Gestão de Mídia Digital foram apresentados dois cases de intranets e um relatório anual. As intranets demonstram que este é um canal cada vez mais valorizado não apenas pelos comunicadores e suas empresas, mas pelos funcionários que encontram na ferramenta uma forma ágil para se ter acesso a uma gama de informações e serviços. O fato da Geração Y e de Facebookers já fazerem parte do quadro de empregados destas empresas também justifica a intensificação na utilização das intranets.
Buscando aprimorar o contato entre os funcionários, as empresas estão criando novos canais dentro da própria intranet, como um twitter interno utilizado para que cada funcionário possa dialogar sobre a sua participação em campanhas internas. Além disso, as intranets reforçam seu papel como um canal não apenas de informação, mas também de serviços, podendo ter acesso a loja virtual, a classificados e outros serviços de interesse dos funcionários.
O case do Relatório Anual elaborado no formato digital demonstrou que é possível facilitar a vida de acionistas, investidores, clientes e funcionários, no acesso a informação e também na exportação de dados do relatório, impossível na versão impressa. Além destas vantagens o projeto dá uma grande contribuição para o meio ambiente ao evitar que para cada relatório impresso fossem utilizadas mais de mil páginas.
Na categoria Comunicação e Relacionamento com o Público Interno os cases apresentados reforçaram o papel dos funcionários para o sucesso das empresas, seja na produtividade necessária pelo aumento das vendas, seja na mudança da estratégia e da visão de futuro ou mesmo na revitalização da área de comunicação interna, que existe para atender diretamente a este público. Novamente as estratégias demonstram que a comunicação tem um importante papel de transmitir a informação e de traduzir os objetivos das empresas numa linguagem acessível a todos os níveis da empresa, além de entender os anseios deste público em relação aos canais utilizados.
É importante destacar também que se trata de um prêmio e que não há uma auditoria atuando diretamente nas empresas e que portanto não tem como saber se os resultados apresentados são reais. Por isso a necessidade de se ter um senso crítico frente aos resultados, pois sabemos que afinal nem tudo são flores. Li esta semana um comentário totalmente pessimista de um grande comunicador a respeito destes prêmios, mas a cerne destes meus dois últimos posts não é discutir os métodos de avaliação e nem os resultados apresentados, mas a criatividade na inovação de estratégias de comunicação que buscam aproximar o funcionário dos objetivos das empresas. Estar presente num evento destes é extremamente valioso, não para ovacionar a campeã, mas pela troca que existe entre os pares de práticas que buscam, na sua gênese, tornar a comunicação um elo entre os objetivos institucionais e seus funcionários. Quando vejo funcionários da Fiat de Betim, ou da Vale em Mariana que andam com seus uniformes pela cidade, mesmo após o fim do expediente, demonstrando orgulho de se trabalhar na empresa, me faz acreditar que a comunicação cumpre o seu papel. São os empregados demonstrando esta eficiência.
Em tempo indico o artigo Xô Comunicação Interna, no site da própria Aberje
08.26.09
Comunicação interna é destaque no Prêmio Aberje
Teve início nesta terça, 25, a audiência pública da etapa regional de Minas Gerais e Centro-Oeste da 35ª edição do Prêmio ABERJE, onde estive na parte da manhã e pude acompanhar as defesas nas categorias Campanha de Comunicação de Marketing, Comunicação de Marca e Comunicação Integrada.
Mais uma vez ficou claro que a comunicação está cada vez mais integrada aos planos estratégicos das empresas e que é extremamente valorizada mobilizando cifras que vão de 30 (se não fosse a crise) a 4 milhões de reais por campanha. E com tanto dinheiro em jogo a comunicação das empresas está cada vez mais consistente, demonstrando um mix de comunicação que abarca os diversos públicos institucionais.
Apesar do mix de comunicação que abrange todos os públicos institucionais o grande destaque em todas as apresentações foi o público interno que surge realmente como o grande “embaixador da marca”. E as estratégias e peças apresentadas não deixam dúvida de que os funcionários têm um papel fundamental para que a comunicação alcance seus objetivos, ou seja, não é apenas um discurso. Além de canais tradicionais como folheteria, hotsites e filmes, algumas estratégias específicas chamam a atenção, como álbum de figurinhas, distribuição de ingressos para jogos de futebol, kits personalizados da campanha e eventos que ajudam os funcionários a se integrarem e a disseminar a mensagem institucional.
Amanhã tem mais, e acompanho a defesa das categorias Gestão de Mídia Digital e Comunicação e Relacionamento com o Público Interno. Trago as minhas impressões sobre o evento para postar neste espaço.
08.24.09
Empresas defendem melhores práticas de comunicação
Acontece nesta terça e quarta, 25 e 26, a audiência pública da etapa regional de Minas Gerais e Centro-Oeste na 35ª edição do Prêmio ABERJE, onde os profissionais das empresas selecionadas na primeira fase vão defender em apresentações as melhores práticas em comunicação organizacional desenvolvidas no Brasil entre 1º de janeiro de 2008 a 30 de abril de 2009. As inscrições são gratuitas e é uma excelente oportunidade para se ter acesso as melhores práticas do mercado mineiro.
Os projetos selecionados nesta edição trazem empresas que já se acostumaram a levar o Prêmio Aberje para “casa”, como Grupo Fiat (Fiat Automóveis, Iveco, FPT), Usiminas, Vale, Unimed-BH, Assembléia Legislativa de Minas Gerais, entre outros. As novidades desta edição são empresas como Endesa Brasil, que concorre em duas categorias, Instituto Euvaldo Lodi e Sebrae em Goiás. O evento traz ainda uma categoria para as pequenas e médias.
Confira os projetos e empresas participantes clicando aqui.
Para participar do evento clique aqui, lembrando que é totalmente gratuito.
Revista Comunicação Empresarial
Outra dica interessante é conferir a versão digital da Revista Comunicação Empresarial da Aberje que tem o Twitter e sua utilização pelas empresas como matéria de capa. Acesse a revista clicando aqui.
08.12.09
Guia sobre o Twitter é lançado na rede
Foi lançado nesta segunda, 10, o “Tudo que você precisa saber sobre Twitter”, um guia prático para pessoas e organizações que querem explorar todas as possibilidades existentes na ferramenta.
O e-book é um projeto de Juliano Spyer da Talk, tem prefácio de Marcelo Tas, e traz nas suas páginas um passo a passo com imagens para que os leitores possam realmente entender sobre este sucesso que é o Twitter.
Dados do livro
* Título: Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter
* Autor: Juliano Spyer
* Criação: Talk Interactive
* Páginas: 110
* Baixe a obra: http://migre.me/4Nxc
07.30.09
Ensino superior e as mídias sociais: relacionamento e transparência
Não é de hoje que as instituições de ensino superior estão ligadas nas inovações tecnológicas e na evolução de soluções específicas para a área, que possa manter a atenção do aluno e ajudá-lo no seu aprendizado. Assim temos laboratórios cada vez mais informatizados e equipados, a utilização de data-show para tornar as aulas mais atrativas e mais dinâmicas, além de gerar oportunidades para utilização de recursos multimídias, etc.
A comunicação entre as instituições e seus stakeholders também segue pelo mesmo caminho e a tecnologia surge como um elo entre a comunicação ativa e o relacionamento entre as partes. Assim, hoje é quase impossível achar uma instituição de ensino superior que não esteja antenada nas novas mídias sociais, monitorando sua imagem na web e mesmo participando ativamente das oportunidades que surgem com a utilização de canais como o Twitter, Youtube, Orkut, Flickr e os blogs corporativos.
Na busca pela comunicação transparente e na ativação do relacionamento com pais, alunos, fornecedores, parceiros e sociedade em geral, é possível perceber que as instituições estão criando canais institucionalizados onde esta comunicação ocorre sem barreiras e também sem controle.
Este aliás é um ponto de atenção que toda instituição deve ter quando institucionaliza um canal na web, afinal não basta apenas ter o canal e não fazer um acompanhamento diário sobre os comentários, número de visitações, fazer atualizações periódicas e monitorar o recall da marca.
Deve estar preparada também para enfrentar objeções, críticas e até protestos, já que na rede todos tem a liberdade de escrever sobre a sua experiência e divulgá-las para todo mundo, sendo muito mais difícil para as empresas gerenciar impactos negativos e até mesmo o início de uma crise. É notório que na rede bloquear comentários que não falam bem da empresa é um tiro no pé, todos logo ficarão sabendo por outros canais que a empresa só autoriza mensagens que falem bem da mesma e aí o “tiro sai pela culatra”.
Portanto inserir-se nas redes sociais não é uma tarefa simples para as instituições, pois traz uma série de desafios, mas também diversas oportunidades para que a comunicação flua com o dinamismo que só a rede proporciona.
06.02.09
CNO um novo nome para o profissional de relações públicas
O mercado empresarial não se cansa de inventar siglas para procedimentos, metodologias e mesmo para cargos e funções. Muitas das vezes utilizam as siglas para renovar, dar cara nova ao que já existe ou mesmo como se diz no jargão popular: “dar um banho de grife”. Algumas siglas já fazem parte do cotidiano das empresas, tais como CFO (Chief Finance Officer) e CEO (Chief Executive Officer), mas a grande novidade do momento é o CNO (Chief Networking Officer), denominação para o diretor de relacionamentos de uma empresa.
Em entrevista para o Portal Administradores, a gerente de Consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Neli Barboza, as atribuições não são novas: “Na verdade, a gente fala que ele é novo, mas não é. As pessoas já faziam esse trabalho na empresa, aumentando suas atribuições. O trabalho do CNO ficava na mão de outras pessoas, até mesmo o presidente da empresa, ou o diretor de Comunicação, de Atendimento e etc”, afirma.
O CNO tem como função primordial gerenciar os relacionamentos com os stakeholders e públicos que estão ligados ao negócio, participa de negociações, gerencia conflitos, traça estratégias e cria sinergias para que as informações possam fluir em todos os níveis. Neli discorre que o profissional “deve ter uma visão que vai além do dia a dia, porque entende o papel do fornecedor, do cliente, do acionista e integra esses interesses. Ele deve administrar relações, ou fazer gestão de parcerias. Então, quando há uma negociação especial, ele entra não só com o papel da empresa, mas analisa o interesse de ambos os lados, para fazer com que todos ganhem”. Outras habilidades exigidas é gostar de se relacionar com as pessoas, de interagir, ter conhecimento em negociação e utilizá-la de forma conciliadora. “Tem de se colocar no lugar dos outros, ser carismático e persuasivo”, ressaltou a gerente da Ricardo Xavier.
Mas a grande questão é que o CNO chega para dar novo nome a uma profissão que já existe e que inclusive é regulamentada por lei. Trata-se da profissão de Relações Públicas, os gestores da comunicação institucional, responsáveis pelos relacionamentos e mediação dos interesses que os diversos públicos têm com as organizações.
Enquanto profissional de relações públicas julgo que criar uma nova nomenclatura para uma profissão regulamentada é extremamente perigoso, passível de fiscalização e inclusive multa para profissionais que não possuem formação e nem registro junto ao conselho de classe.
Conforme discorri no último post, o relacionamento se tornou um dos principais ativos para que as organizações vençam a crise, sendo que muitos investimentos continuam sendo feitos nesta área. Por isso a importância de se ter na linha de frente profissionais qualificados e especializados para lidar com interesses diversos, advindos dos públicos institucionais.
Não que eu seja coorporativista, mas com uma profissão regulamentada não tem como dar “um banho de grife” não é mesmo?
Com informações do Portal Administradores
04.28.09
A Web 2.0 como foco do Marketing
Stuart Read, responsável pelo departamento de Pesquisa, Desenvolvimento e Publicação da IMD, em matéria para o Portal Mundo do Marketing falou sobre a Web 2.0 e de como esta onda colocou a internet de cabeça para baixo e deixou profissionais de marketing de cabelos em pé por não acreditarem e nem considerarem a tendência em suas estratégias.
A inovação proposta pelas redes sociais e as excelentes oportunidades de comunicação com clientes, geram, segundo o autor, vantagens competitivas para aqueles profissionais de marketing que dominam as novas ferramentas.
Read relaciona ainda algumas informações sobre como otimizar os resultados com a Web 2.0
1. Ouça e entenda. Os consumidores interagem na web através de tecnologias sociais como blogs, YouTube, Orkut, Facebook e fórum de consumidores. Sintoniza com ideias valiosas com as necessidades e desejos dos consumidores. Del Monte, por exemplo, usa uma comunidade privada para entender os desejos dos donos de animais de estimação.
2. Fale. Blogs executivos como o FastLane da GM são um caminho rápido e direto para falar e conversar com a base de consumidores. Mas os negócios devem estar propensos a abandonar o controle de mensagem de métodos antigos. Postagens de blogs não são assinadas pelo setor de relações públicas. Se sim, elas serão percebidas como falsas. Outra forma de alcançar a audiência é criando podcasts como a IBM. Aumente o impacto de podcasts incluindo textos para garantir que sejam encontrados por mecanismos de buscas e encorajando a assinatura de RSS.
3. Energize, apoio e embarque. Use tecnologias sociais para unir seus mais entusiásticos consumidores, dar força ao seu poder de boca-a-boca e transformá-los em embaixadores da marca, como a Fiskar Brands fez com a sua comunidade “Fiskateers” ou a Nike com a Nike+. Ferramentas como fóruns e wikis ajudam consumidores a apoiarem uns aos outros e pode poupar custos para companhias que mantém fóruns, como Intuit. Os consumidores podem também ser integrados nos negócios. A IdeaStorm da Dell é um poderoso exemplo de como as sugestões dos consumidores podem ajudar a melhorar produtos.
4. Persiga e gerencie a marca. Quando consumidores dividem informações através de tecnologias sociais, eles podem ter um real impacto na sua marca. Use o Technorati (Technorati.com) para saber quem está blogando sobre você, onde e o quê está sendo dito.
5. Ganhe a dianteira com informação atualizada. Assine fontes RSS para entregar informação atualizada e valiosa para você. Algumas fontes RSS úteis que você pode assinar:
• Blogs, sites de notícia, etc. que falam de sua companhia ou produto
• Website de concorrentes, novidades e blogs que cobrem competidores
• Buscador de notícias e tendências relacionados ao seu mercado.
6. Reforce a comunicação interna. Use as ferramentas da Web 2.0 para melhorar a efetividade das organizações através de um melhor gerenciamento de conhecimento, encorajando colaboração, reforçando a cultura da companhia e fornecendo oportunidades de treinamento.
Análise da matéria
A matéria de Read não traz muitas novidades na discussão conceitual sobre a Web 2.0, mas reforça o coro sobre sua importância e aplicabilidade, principalmente em tempos de crise.
Uma das análises também diz respeito ao uso de assinaturas do setor de relações públicas em blogs. É importante destacar que a profissão surge como uma das mais atuantes na Web 2.0 justamente por já ter como premissa básica o relacionamento e a interlocução com os públicos institucionais. Mas o papel do profissional de Relações Públicas é agir nos bastidores, não assinando diretamente os posts de um blog institucional, sendo dever do presidente ou de um representante do alto escalão institucional.
O fato é que o diálogo na Web 2.0 deve ser franco, transparente, pois qualquer iniciativa contrária pode levar todo o projeto por “água abaixo”.
Com informações da matéria de Stuart Read para o Portal Mundo do Marketing
03.15.09
Redes sociais no mundo corporativo
Falando em redes e mídias sociais deixo uma dica de leitura bem interessante, com a certeza de que se trata de uma leitura obrigatória para quem se interessa pelo tema.
Trata-se de um post de Samantha Shiraishi sobre redes sociais no mundo corporativo. Um texto completo em que Carol Terra, nos comentários, chamou de um “verdadeiro guia sobre o que anda acontecendo no mundo corporativo, nas RP e nas redes sociais”.
Confira “Redes sociais no mundo corporativo” postado no blog CoWorkers
03.13.09
As fusões na era do Twitter
A Revista Exame divulgou esta semana uma matéria muito interessante que demonstra como as mídias sociais têm um grande poder de influência e um rápido alcance junto às redes, o que pode gerar pontos favoráveis e também constrangimentos e prejuízos para as empresas.
A matéria de Malu Gaspar revela que as fusões de empresas nunca mais serão as mesmas depois do Twitter – site de microblogs em que cada usuário manda para seus contatos mensagens curtas – ao relatar um fato ocorrido na fusão entre a Oi e a BrT .
Nas primeiras horas do dia 18 de fevereiro, surgiu no Twitter um usuário que prometia descrever em detalhes o que acontecia nos bastidores da fusão das operadoras Oi e Brasil Telecom. “O clima pela manhã foi tenso. Gerentes e coordenadores começaram a ser demitidos”, escreveu o usuário, que assinava apenas como “mensageiro”. Atualizado em intervalos de minutos, o blog exibia mensagens como “Nunca vi a fragmentadora de papéis ser tão utilizada quanto hoje” ou “No horário do almoço as caras no restaurante da BrT não eram as mais amigáveis”.
A atuação do “mensageiro” revela os grandes desafios que surgiram frente ao surgimento das redes de relacionamento on-line e demais mídias sociais. A rádio-peão se aprimorou e hoje os funcionários podem ficar sabendo de fatos ou serem influenciados sem ao menos saírem de suas salas. Na própria tela do computador as informações são postadas minuto a minuto, como no exemplo citado acima.
Se a empresa não monitora as redes sociais ela corre um grande risco de não conseguir esclarecer os fatos e de colocar por terra todo o esforço de comunicação necessário para que a fusão entre as empresas possa acontecer de forma harmoniosa, afinal a própria matéria afirma que choques entre vencedores e vencidos surgem em qualquer aquisição e são, justamente, a maior razão para o fracasso de uma união entre empresas.
Portanto, monitorar as redes sociais e o que andam falando de sua organização se tornou primordial para que se possa garantir uma boa reputação e a blindagem da imagem corporativa, evitando o surgimento de crises e constrangimentos futuros.
Com informações da Exame









