06.12.09

Comunicadores e profissionais de marketing debateram comunicação consciente

Enviado em Interfaces Comunicacionais, Marketing, Sustentabilidade, comunicação tagged , , , , , , às 14:06 por Ricardo Campos

Quem trabalha com publicidade, propaganda e marketing está acostumado a criar e trabalhar os desejos de consumo. Mas o que acontece quando o “ter” começa a ser questionado por esses profissionais? E quando a necessidade de valorização do “ser”ocupa a cabeça criativa dessas pessoas? Com essa provocação aconteceu em São Paulo o Unomarketing – Comunicação Consciente, um evento que teve como objetivo debater a sustentabilidade e o compromisso social das organizações ligadas à mídia.

Vejo que o evento foi uma provocação aos profissionais que atuam na área de comunicação e marketing sobre a responsabilidade que cada um tem não apenas com a sua empresa e na geração de valor, mas principalmente com a sociedade e com o planeta. A criação de produtos e serviços deve respeitar a necessidade urgente da atuação sócio-ambiental, permeando desde o conceito até os processos de produção e de comercialização. Não tem como as empresas continuarem indiferentes no atual cenário mundial.

Unomarketing: responsabilidade da comunicação com a sustentabilidade

Unomarketing: responsabilidade da comunicação com a sustentabilidade

E a mídia tem um papel importante no fomento desta discussão e no apoio a educação da sociedade, dando também o exemplo, atuando de forma consciente e sustentável na produção de seus produtos e serviços.

A Revista Digital Envolverde cobriu o evento, além de matérias do site foi possível acompanhar os debates pelo blog do evento.

“Criar com responsabilidade. Estar atento no impacto da mensagem dentro de uma cadeia de valor e produção. Essa é uma preocupação crescente para os profissionais da mídia, que entendem sua co-responsabilidade na construção de um mundo mais sustentável.” Essa é a mensagem que fica para os profissionais de comunicação e marketing que participaram do Unomarketing e que com certeza estão mais conscientes da sua responsabilidade.

Com informações da Revista Envolverde / Mercado Ético

06.11.09

RP em Dia – Conrerp 3º Região

Enviado em Interfaces Comunicacionais, Relações Públicas, Relações Públicas Excelentes tagged , , , , , às 02:35 por Ricardo Campos

06.10.09

Curtas da Comunicação

Enviado em Interfaces Comunicacionais, Novas tecnologias, Web 2.0 e Redes Sociais, comunicação tagged , , , , , , , às 02:20 por Ricardo Campos

Microsoft lança Bing na tentativa de minimizar o poder da Google.

O novo motor de busca chega para substituir o Live Search e segundo a Microsoft ajudará os utilizadores a pesquisar de forma mais objetiva e simplificada. Será que o Bing conseguirá competir com o Google? É ver para crer.

Perfil das redes sociais no Brasil

Edney Souza (Interney/Pólvora) em sua palestra no Social Media Brasil, realizado em SP, deu um panorama atual das redes sociais no Brasil.

Orkut:

- 35 milhões de perfis brasileiros ativos/mês.

- Média de 4hs de navegação por usuário/mês.
- 79% dos brasileiros online.

- O que se faz: seeding (Permissão), pesquisas de opinião (enquetes), compra de logos e links em perfis de comunidades, casting de supermoderadores, OpenSocial.

Blogs:

(Fontes: Cetic.br, Ibope/Netratings, Wave McCann)

- Pessimista/Realista: 17% dos internautas criam/atualizam blogs e websites.
- 51% dos internautas residenciais lêem blogs.

- Otimista/Restrita: 45% criam/atualizam.

- O que fazer (do mais para o menos polêmico): Publicam editoriais identificados, envoi de releases, envoi de mídias kit, casting (eventos), amostra de produtos/serviço, entrevistas com executivos, produção patrocinada de conteúdo, avaliação técnica de produtos e compra de banners.

Flickr / Fotolog:

- O que fazer: Casting com fotógrafos, grupos de flickrs, seeding e release.

- 70% compartilham fotos (Wave McCann).
- 34 % fazem uploads todos os dias (Wave McCann).

Twitter:

- Mais de 18 mil perfis em lingual portuguesa (Ranking do Cris Dias).

- Possibilidades: Divulgar links interessantes, conversar com usuários / SAC, Promoções.

Youtube / Videolog:

- 49% assistem videos online (Cetic.br).
- 15% fazem uploads de vídeos.

- Pode ser feito: Produção com hubs sociais/videomakers, videos interativos, canais customizados, post roll, seeding/releases.

Blip FM / My Space / Last FM:

- 43% ouvem radio em tempo real (Cetic.br).
- 32% fazem download de filmes, músicas ou software’s (Cetic.br).

- Rádios personalizadas, seeding, releases.

Facebook:

- 40 mil perfis de brasileiros (Ibope / Netratings).

- Principais ações possíveis: Eventos para early adopters / tecnologia, anúncios de texto, aplicativos.

Linkedin / Pearibus / Via6:

- Corpo a corpo, campanhas B2B.

MeAdiciona:

- Organizando a bagunça

Top redes sociais no Brasil:

1. Orkut
2. Sonico
3. Myspace
4. Via6
5. Facebook
6. Multiply
7. Twitter
8. Hi5

Fonte: Wagner Fontoura – Boombust

06.05.09

Dia Mundial do Meio Ambiente: temos algo a comemorar?

Enviado em Análise Crítica, Gestão de Negócios, Marketing, Sustentabilidade tagged , , , , , , , , , às 12:44 por Ricardo Campos

Hoje, dia 05 de junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia. Mas será que temos mesmo algo a comemorar? Afinal as notícias sobre o aquecimento global e a degradação do planeta são cada vez mais assustadoras, e as ações para diminuição do impacto humano são ainda muito incipientes e aumentam de uma forma muito lenta. 

Falta ainda uma conscientização da população mundial e também dos empresários que continuam insistindo na utilização de materiais e produtos prejudiciais ao meio ambiente ou que favoreçam a sua degradação. O aumento do consumo também contribui para que a cada dia sejam emitidas enormes quantidades de CO2 (Carbono) e que se produza quantidades exorbitantes de lixo e consequentemente CH4 (Metano), mais poluidor e prejudicial a camada de ozônio do que as emissões de carbono.

 

Mas boas notícias também nos mantêm com esperanças, conforme divulgado ontem pela Folha de São Paulo que destacou que empresários brasileiros estão divididos entre o lucro e a sustentabilidade, segundo pesquisa da Grant Thornton International com 7.200 empresas de 36 países, que mostra que 43% dos brasileiros estão dispostos a diminuir rentabilidade dos negócios para preservar o ambiente. O índice poderia ser maior, mas já chega a quase a metade dos entrevistados. 

Ações de algumas empresas e também de consumidores conscientes também nos deixam otimistas e esperançosos, pois conseguem demonstrar que somos capazes de reverter um futuro sombrio que está por vir, caso continuemos no mesmo ritmo de outrora. Mas para mudar é necessário boa vontade e atitude. 

Que daqui para frente possamos agir para realmente ter o que comemorar.

06.02.09

CNO um novo nome para o profissional de relações públicas

Enviado em Comunicação organizacional, Relações Públicas, Relações Públicas Excelentes, comunicação tagged , , , , , , , , às 22:48 por Ricardo Campos

O mercado empresarial não se cansa de inventar siglas para procedimentos, metodologias e mesmo para cargos e funções. Muitas das vezes utilizam as siglas para renovar, dar cara nova ao que já existe ou mesmo como se diz no jargão popular: “dar um banho de grife”. Algumas siglas já fazem parte do cotidiano das empresas, tais como CFO (Chief Finance Officer) e CEO (Chief Executive Officer), mas a grande novidade do momento é o CNO (Chief Networking Officer), denominação para o diretor de relacionamentos de uma empresa.

Em entrevista para o Portal Administradores, a gerente de Consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Neli Barboza, as atribuições não são novas: “Na verdade, a gente fala que ele é novo, mas não é. As pessoas já faziam esse trabalho na empresa, aumentando suas atribuições. O trabalho do CNO ficava na mão de outras pessoas, até mesmo o presidente da empresa, ou o diretor de Comunicação, de Atendimento e etc”, afirma.

CNO: características de um autêntico relações públicas

CNO: características de um autêntico relações públicas

O CNO tem como função primordial gerenciar os relacionamentos com os stakeholders e públicos que estão ligados ao negócio, participa de negociações, gerencia conflitos, traça estratégias e cria sinergias para que as informações possam fluir em todos os níveis. Neli discorre que o profissional “deve ter uma visão que vai além do dia a dia, porque entende o papel do fornecedor, do cliente, do acionista e integra esses interesses. Ele deve administrar relações, ou fazer gestão de parcerias. Então, quando há uma negociação especial, ele entra não só com o papel da empresa, mas analisa o interesse de ambos os lados, para fazer com que todos ganhem”. Outras habilidades exigidas é gostar de se relacionar com as pessoas, de interagir, ter conhecimento em negociação e utilizá-la de forma conciliadora. “Tem de se colocar no lugar dos outros, ser carismático e persuasivo”, ressaltou a gerente da Ricardo Xavier.

Mas a grande questão é que o CNO chega para dar novo nome a uma profissão que já existe e que inclusive é regulamentada por lei. Trata-se da profissão de Relações Públicas, os gestores da comunicação institucional, responsáveis pelos relacionamentos e mediação dos interesses que os diversos públicos têm com as organizações.

Enquanto profissional de relações públicas julgo que criar uma nova nomenclatura para uma profissão regulamentada é extremamente perigoso, passível de fiscalização e inclusive multa para profissionais que não possuem formação e nem registro junto ao conselho de classe.

Conforme discorri no último post, o relacionamento se tornou um dos principais ativos para que as organizações vençam a crise, sendo que muitos investimentos continuam sendo feitos nesta área. Por isso a importância de se ter na linha de frente profissionais qualificados e especializados para lidar com interesses diversos, advindos dos públicos institucionais.

Não que eu seja coorporativista, mas com uma profissão regulamentada não tem como dar “um banho de grife” não é mesmo?

Com informações do Portal Administradores