12.30.08

Balanço 2008

Enviado em Relações Públicas Excelentes, comunicação tagged às 01:28 por Ricardo Campos

 

A história deste blog começou em julho de 2007 quando transferi minha conta do Blogspot para o WordPress. Até aquele momento, com meu antigo blog, fazia algumas reflexões em torno das relações públicas e outros temas mais genéricos, mas a partir deste novo blog estas reflexões partiram para o campo profissional e com uma maior complexidade, sobre as áreas do qual possuo expertise.

 

Apesar de ter criado a conta em julho de 2007, somente em outubro dei início as reflexões com o lançamento do post “Comunicação: investimento ou gasto?” .

 

Hoje o blog abriga 106 artigos e mais de 40 comentários. Assim como o mestre Flávio Schmidt, também percebi que muitos leitores utilizam o e-mail para me enviar mensagens e deixam de utilizar os comentários como um canal de interação.

 

De janeiro a dezembro de 2008 o blog teve 16.284 acessos, sendo que somente no mês de novembro o total de acessos foi de 3.241, com média de 106 visitações/dia. O dia com maior visitação alcançou a marca de 172 acessos.

 

Devido aos altos índices, que vem me motivando a escrever cada vez mais neste espaço, é que quero agradecer a todos os leitores e pela possibilidade de conhecer e trocar experiências com tanta gente interessante.

 

Um forte abraço e até 2009 com mais reflexiones.

 

Boas Festas e um 2009 repleto de Boas Relações

Enviado em Relações Públicas Excelentes tagged às 00:12 por Ricardo Campos

 

Depois de uma semana intensa de festas, agora arrumei um tempinho para postar aqui a minha mensagem de final de ano.

 

Parte do meu mailing já recebeu pelo seu e-mail, mas fica a mensagem para meus leitores, aqueles anônimos que diariamente lêem meus posts e aqueles do qual pôde haver uma troca, seja pelos comentários ou pelas mensagens no e-mail.

 

Fica também o meu agradecimento pelas boas reflexões que pudemos compartilhar e dialogar por meio deste espaço.

 

12.20.08

O perfil profissional segundo o modelo de Jack Welch

Enviado em Gestão de Negócios tagged , , às 03:51 por Ricardo Campos

 

Em recente matéria para o site InfoMoney, Carlos Cruz, coach e conferencista em Desenvolvimento Humano e diretor da UP Treinamentos e Consultoria, explicou que o executivo americano Jack Welch, que, enquanto CEO da General Eletric, inovou com seu estilo inusitado de liderar, tornando-se admirado por todo o mundo, classificava seus funcionários de acordo com três perfis profissionais.

 

“Dentro de uma equipe, existem diferenças e os profissionais podem representar águias, macacos ou ratos, independentemente do nível hierárquico”, afirma Cruz.

 

O entendimento destes perfis demonstra que o líder deve ter habilidade para identificar o perfil de seus comandados e buscar junto a cada um as suas habilidades e o seu potencial, ajudando-os a se transformarem em águias, que são os profissionais focados em resultados.

 

Os três perfis

 

Confira as características dos três perfis, de acordo com o coach:

 

Águia: representa 20% do quadro de funcionários. É o profissional com alta performance, independente e visionário, cuja atuação no dia-a-dia se dá de forma estratégica, mesmo quando não ocupa um cargo de chefia. Ele gosta de desafios e, ao enfrentá-los, costuma dar tiros certeiros. Também tem iniciativa e é adaptável. Como apresenta bons resultados, faz a diferença na empresa. A esse tipo de profissional, o líder deve fazer elogios e dar atenção às suas idéias, procurando estimulá-lo. É importante também dar a ele diversas opções, envolvendo-o na tomada de decisões, se quiser retê-lo;

 

Rato: geralmente, é o perfil de 10% das pessoas da empresa. É conhecido como puxa-saco, sendo também especialista em causar intrigas e falar do trabalho alheio. E o pior: na frente dos colegas agem de uma forma, mas, por trás, se transformam em outra pessoa. Apresenta resultados medíocres ou ruins. Pode ser considerado uma laranja podre, porque tumultua a equipe;

 

Macaco: trata-se da massa crítica de todas as empresas, representando 70% dos funcionários. Assim como esse animal é na natureza, ele é um ótimo imitador. O problema é que ele pode imitar tanto a águia quanto o rato, pois costuma ter um modelo a seguir, que pode ser o chefe ou um colega. Estamos falando do profissional que até tem potencial para ser águia, mas que ainda não é, porque precisa de orientação o tempo todo. A ele, o líder sempre deve explicar o que precisa ser feito e qual caminho seguir.

 

Estamos sempre mudando

 

É importante frisar: as pessoas não são águias ou macacos, permanentemente. Elas se transformam ao longo de suas carreiras e dependendo do lugar onde trabalham, de acordo com Cruz.

 

“Às vezes, o rato é um profissional com perfil águia, mas que está na empresa errada, por exemplo, em uma organização que estimula a competitividade entre os funcionários. Muitas pessoas se sentem frustradas e incomodadas com determinadas posições da empresa, mas, no lugar de tomar a atitude de mudar de emprego, passam a falar mal do chefe ou dos colegas”, explica ele.

 

Outra observação: nem todos os profissionais em cargos de liderança são águias. Existem muitos chefes macacos, com o perfil mais operacional e voltado à execução de tarefas, e até mesmo ratos, que atuam de forma destrutiva, jogando um funcionário contra o outro, fazendo joguinhos e manipulando as pessoas.

 

Graças ao chefe rato, a equipe tem pouca motivação, o que ocasiona uma alta rotatividade de funcionários e, conseqüentemente, a perda de tempo e dinheiro por parte da empresa. Os chefes águias, por sua vez, são os verdadeiros líderes, pois sabem estimular a equipe.

 

Como líder pode identificar os perfis

 

De acordo com o coach, é possível, para o líder, identificar os diferentes perfis profissionais por meio de um sistema de gestão de desempenho objetivo e claro, com metas definidas. O que não pode, segundo ele, é ser parcial na hora de julgar o trabalho dos funcionários e os resultados obtidos por eles, misturando a opinião pessoal com a profissional. Para que a avaliação seja útil, deve ser justa e isenta.

 

Ele lembra que toda empresa precisa de funcionários macacos para funcionar, no dia-a-dia, mas são as águias que fazem a empresa crescer, porque são pessoas que gostam de mudanças e focadas em resultados. “É importante que cada um reflita sobre que tipo de profissional deseja ser para sua empresa. Se quer fazer a diferença, ser um estrategista, ou um imitador. Quem tem o perfil rato, por sua vez, deve tomar a iniciativa para mudar”, finaliza o coach.

 

Com informações do site InfoMoney em matéria de Karin Sato

12.19.08

Prêmio Profissionais do Ano 2008

Enviado em Interfaces Comunicacionais, comunicação tagged , , às 11:44 por Ricardo Campos

 

Alguns dias atrás, postei um vídeo da WWF premiado no 30º Prêmio Profissionais do Ano da Rede Globo de Televisão e acabei não comentando sobre o evento, que é um dos mais importantes para a publicidade nacional.

 

O evento deste ano comprovou que nosso país está muito bem servido de bons profissionais de criação, demonstrando ainda que nossos publicitários produzem algumas das melhores propagandas do mundo, com campanhas de muita qualidade e inteligência.

 

Para conhecer um pouco de como foi o evento deste ano e alguns dos vídeos premiados indico o vídeo:

 

12.18.08

Varejo sustentável: empresas fazem projetos engajados na causa verde – Parte 02

Enviado em Sustentabilidade tagged , , às 20:41 por Ricardo Campos

 

Com a crescente preocupação dos consumidores com o meio ambiente, alternativas sustentáveis podem ganhar destaque num futuro próximo também pela economia de verba, como é o caso da Masterplastic, empresa que trouxe da Europa carrinhos de compra feitos à base de plástico reciclável e nylon. Diferente dos tradicionais fabricados com ferro, o produto da Masterplastic não sofre oxidação, é de fácil manutenção e os danos podem ser reparados com maior rapidez.

 

Atualmente o carrinho da Masterplastic pode ser encontrado em redes de varejo do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo. “Este trabalho requer mudança de conceito e isto é um processo delicado. Estamos introduzindo aos poucos no mercado brasileiro”, diz Venceslau Salmeron, Diretor Comercial da empresa em entrevista ao Mundo do Marketing.

 

De acordo com Salmeron, o plástico que serve de matéria prima para o carrinho é completamente reciclável e o varejista pode obter desconto ao entregar o produto danificado em troca de um novo. Além do carrinho de compra começar a adquirir características verdes, as sacolas de plástico estão perdendo espaço no varejo. Desenvolvida pela Realcenter, as eco-bags – que poderão substituir as atuais de plástico – são fabricadas com garrafas PET recicladas.

 

As eco-bags estão em circulação no varejo da região Sul do Brasil após a empresa oferecer a sacola aos participantes de uma feira de negócios. “O produto ganhou visibilidade internacional porque oferecemos aos participantes de forma promocional em um evento para indústrias. Porém, não temos planos de expandir para o exterior ainda”, avalia Marcos Izidoro, Coordenador de Marketing da Realcenter.

 

Papel e notas digitais

 

Referência em consumo, o McDonald’s também aderiu à sustentabilidade e inaugura ainda este ano um restaurante sustentável em São Paulo. O estabelecimento seguirá projetos de uso racional de água, energia elétrica e matéria-prima. A redução de aproximadamente 14% do consumo de energia e de 50% no de água potável do restaurante resulta na melhor das ofertas oferecidas pela rede no quesito sustentabilidade.

Rede de Fast Food tem projeto para lançar o primeiro restaurante verde na América Latina

Rede de Fast Food tem projeto para lançar o primeiro restaurante verde na América Latina

 

De olho no projeto de lei do Governo que obriga empresas a adotarem a nota fiscal eletrônica até o fim de 2010, a NeoGrid já desenvolve este serviço para empresas do Brasil. Por enquanto, a nota fiscal eletrônica está sendo usada em transações B2B. “Normalmente o custo de emissão por nota fiscal de papel é em torno de R$ 4,00. A nota eletrônica custa menos de R$ 1,00. Dependendo da empresa, a economia total pode ser de mais de 50%. Uma empresa que emite notas com três ou quatro vias poderá concentrar todas elas em apenas uma folha gerando uma redução de 80 a 90% na emissão de papel”, explica o Diretor-executivo da NeoGrid, Wellington Machado.

 

Mudando conceitos e opiniões

 

Com tantas estratégias e posicionamentos favoráveis à preservação do meio ambiente, é possível crer que os consumidores poderão mudar de opinião quanto ao comprometimento das empresas com a causa verde. Porém, Solitaire Townsend, co-fundadora da Futerra, agência internacional de comunicação focada em sustentabilidade, afirma que esta conscientização levará mais tempo do que se imagina.

 

“Os consumidores sempre terão uma expectativa maior em relação ao comportamento das empresas do que elas realmente podem atingir. Nenhum de nós está fazendo o suficiente pelo meio ambiente, se levarmos em conta os desafios que precisamos enfrentar”, afirma a executiva inglesa ao Mundo do Marketing durante a palestra “Acertos e Desacertos do Marketing e da Propaganda Verde”, promovida pela ESPM no Rio de Janeiro.

 

Apesar da demora para que as pessoas acreditem no posicionamento sustentável de companhias no Brasil, é preciso que as empresas envolvidas com a causa se comuniquem com o consumidor sobre impactos materiais causados por ela no meio ambiente e comece a fazer algo para reduzir os efeitos. “O que as empresas não podem fazer é maquiar o problema com outras ações sustentáveis que não resolverão o problema causado”, completa Solitaire.

 

Fonte: Thiago Terra para Mundo do Marketing

12.17.08

Sustentabilidade empresarial em questão

Enviado em Sustentabilidade tagged , , às 12:13 por Ricardo Campos

 

Falando em sustentabilidade empresarial, uma das propagandas agraciadas no Prêmio Profissionais do Ano – Edição 2008, organizado pela Rede Globo, foi um vídeo da WWF, que demonstra o porquê devemos nos preocupar com o desenvolvimento sustentável e com a responsabilidade que todos nós temos para com o mundo, afinal “uma hora vai voltar para você”.

 

Vale a pena conferir.

 

Varejo sustentável: empresas fazem projetos engajados na causa verde – Parte 01

Enviado em Gestão de Negócios, Sustentabilidade tagged , , às 11:26 por Ricardo Campos

 

A sustentabilidade está deixando de ser moda e iniciativas em prol do meio ambiente feitas ou divulgadas por empresas de diversos setores do mundo ganham importância e cada vez mais espaço no varejo. O contato direto com o consumidor faz com que as empresas tenham que mostrar, na prática, o que estão fazendo para preservar o planeta. De estabelecimentos sustentáveis a ações de reciclagem na loja, o mercado varejista se mostra preparado para reverter o quadro de desconfiança dos consumidores em relação a ações sustentáveis de empresas do Brasil.

 

Carrefour, Grupo Pão de Açúcar e Wal-Mart são os principais players do varejo que estão investindo na causa verde com estruturas sustentáveis que servirão de exemplo e modelo para o mercado. Além das tradicionais companhias do setor, outras empresas desenvolvem projetos que ajudarão a preservar o meio ambiente, como os carrinhos de compra fabricados à base de nylon e plástico reciclável e notas fiscais eletrônicas.

 

O Grupo Pão de Açúcar também está engajado na causa e já colhe os frutos financeiros de uma loja verde inaugurada no meio do ano em São Paulo. Na mesma linha se encontra o McDonald´s. A rede de fast food lançará ainda este mês o primeiro restaurante verde da América Latina. Com este cenário, é possível acreditar que, de fato, as empresas estão buscando alternativas sustentáveis para o bem da natureza e da humanidade?

 

Ponto-de-venda verde

O Wal-Mart inaugurou o primeiro hipermercado ecoeficiente no Brasil, como mais uma iniciativa do seu programa de sustentabilidade mundial. Há três anos, a rede varejista possui iniciativas sustentáveis que são implementadas nas lojas, porém o ponto-de-venda Campinho reunirá o maior número delas.

 

Hipermercado sustentável do Wal-Mart foi inaugurado no Rio de Janeiro e oferece ações em prol do meio ambiente

Hipermercado sustentável do Wal-Mart foi inaugurado no Rio de Janeiro e oferece ações em prol do meio ambiente

 

Além dos PDVs, a companhia prevê parcerias com fornecedores a fim de reduzir embalagens, engajar os funcionários, oferecer informação e produtos orgânicos aos clientes, além de programas de reciclagem. Mesmo sem uma loja na Amazônia, o Wal-Mart desenvolve um programa de preservação da floresta nacional do Amapá, em parceria com a ONG Conservação Internacional.

 

Em março deste ano o Grupo Pão de Açúcar lançou o Caixa Verde, que consiste em reciclagem pré-consumo, ou seja, os clientes podem deixar a embalagem de papel, plástico ou papelão de um produto no Caixa Verde para reciclagem no momento da compra. “Esta ação agradou o público e ganhou espaço em mais 20 supermercados da rede em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba”, aponta Paulo Pompilio (foto), Diretor de Responsabilidade Socioambiental do Grupo Pão de Açúcar.

 

Reciclagem e gás natural como energia

Uma das empresas que contribuíram para a elaboração do supermercado verde do Grupo Pão de Açúcar foi a Sustentax, que desenvolveu o projeto de energia sustentável para o Grupo. De acordo com o Presidente da empresa, Newton Figueiredo, a geração de energia a base de gás natural em empreendimentos comerciais ajuda a reduzir gastos e aumentar a eficiência energética. “Em alguns casos pode ser melhor para uma companhia gerar a sua própria energia, ao invés de comprá-la. A primeira central de energia à base de gás natural que instalamos foi no Hotel Renascence, em São Paulo”, explica Figueiredo.

A reciclagem de papel é uma das medidas que mais crescem nas empresas de varejo e a rede Carrefour integra a lista com programas em todas as unidades no Brasil, com objetivo de reduzir o consumo de 38 milhões de folhas de papel A4 por ano. “Desde abril de 2007 todas as impressoras da matriz e das lojas são abastecidas com papel reciclado. Só no ano passado reduzimos em 65.505 kg a quantidade de CO2, preservamos mais de mil árvores, além de economizarmos mais de dois milhões de litros de água”, informa Paulo Pianez, Diretor de Sustentabilidade do Carrefour Brasil.

 

Para envolver os consumidores em suas ações sustentáveis, as lojas do Carrefour em Ribeirão Preto (SP) recebem do consumidor quatro litros de óleo vegetal usado, em troca de um litro de óleo novo. Nesta ação, o óleo doado é transformado em biodiesel. Só no ano passado foram coletados cerca de oito mil litros de óleo de cozinha.

 

Fonte: Thiago Terra para Mundo do Marketing

12.16.08

Experimentação 4º ato: reflexiones

Enviado em Gestão de Negócios, Interfaces Comunicacionais, Marketing tagged , , às 13:51 por Ricardo Campos

 

O artigo de Nahas vem corroborar com outros posts que escrevi e para os quais chamei a atenção do marketing de experiências, no poder do encantamento dos públicos que se relacionam com a sua organização.

 

Setores importantes da economia brasileira já adotaram esta estratégia de gestão como uma forte propulsora para os resultados. Entre eles o setor de educação, conforme discorri em recente artigo apresentado no Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, o Intercom 2008.

 

Muitos podem achar que praticar esta estratégia de gestão é necessário um alto investimento, mas nem sempre isso é uma realidade, dependendo principalmente de qual será o nível de encantamento que se pretende alcançar sua ao seu público. Refiro-me ao investimento, pois dependendo do caso, apenas adequações feitas no ponto de venda, no atendimento e no pós-venda, já são suficientes para encantar aquele cliente acostumado ao tratamento frio e sem “paixão” praticado pela grande maioria das lojas do varejo e do atacado, além do setor de serviços.

 

Além disso, o marketing de experiência está ligado diretamente ao cliente na interação com o produto ou serviço oferecido, como pode ser observado nos vídeos abaixo. O lançamento do Palio Weekend Adventure Looked é um bom exemplo, onde os consumidores não fizeram apenas um Test Drive em uma pista comum ou pelas ruas de uma cidade, mas em pistas criadas especialmente para demonstrar o diferencial blocante da dianteira, que melhora o desempenho em pisos muito irregulares. Uma experiência marcante e que fez deste lançamento mais um case de sucesso da montadora italiana.

 

 

 

 

 

 

Test Drive de lançamento da Palio Weekend Adventure Looked é um case de sucesso de como você pode surpreender o consumidor com ações que privilegiam a interação com o produto e produzem momentos inesquecíveis.

12.15.08

Manual de sobrevivência contra crises

Enviado em Gestão de Negócios, Imagem e Reputação, Relações Públicas, Relações Públicas Excelentes tagged , , às 21:14 por Ricardo Campos

 

Em recente post sobre a obra a “Era do Escândalo” de Mário Rosa discorri sobre alguns passos que ele relata ser necessário em um Plano de Gerenciamento de Crise. Ele ainda nos dá outras importantes dicas:

 

·          Identifique no mínimo dez problemas potenciais que podem afetar sua companhia.

 

·          Qual seria a repercussão de cada um?

 

·          Qual a sua primeira mensagem para cada um?

 

·          Diga quem participa do seu grupo de crise.

 

·          Você reviu a cobertura do seu seguro e sabe exatamente o que ele cobre?

 

·          Você mantém canais de comunicação profissional com a mídia?

 

impacto nos lucros

Crise de imagem e reputação: impacto nos lucros

 

O plano deve oferecer também as seguintes respostas para dúvidas capitais:

 

·          O que é uma crise (entendida aqui como aquelas com C maísculo)?

 

·          No que diferencia das crises normais?

 

·          Quais os acontecimentos desse tipo que me sinto preparado para enfrentar e por quê?

 

·          Quais os acontecimentos desse tipo que não me sinto preparado para enfrentar e por quê?  

 

Com certeza questionamentos importantes para quem não quer se arriscar a enfrentar uma crise de imagem e de reputação. Esta obra é imprescindível na biblioteca de qualquer profissional de comunicação. 

Experimentação 3º ato: princípios-chave para o marketing de experiência

Enviado em Gestão de Negócios, Interfaces Comunicacionais, Marketing tagged , , às 20:53 por Ricardo Campos

 

Em recente matéria para o Portal Mundo do Marketing, Jorges Nahas, economista e diretor de Experiências do Grupo O Melhor Da Vida, discorreu sobre mudanças que vem ocorrendo no mundo e o início de um ciclo que ele chama de Economia de Experiências. Neste terceiro ato ele discorre sobre alguns princípios-chave para o marketing de experiências.

 

 

Para Nahas alguns princípios-chave podem ajudar na criação de momentos únicos. Confira:

 

·          Associe as experiências a um tema. Quando decide ir jantar ao Hard Rock Café, ao Planet Hollywood ou ao Rainforest Café, você sabe exatamente o que o espera no interior do restaurante. Eles sabem definir um tema claro e coerente. Ainda mais brilhante é o exemplo do famoso Ceasar Palace, de Las Vegas. A forma como explora o tema do Império Romano é simplesmente brilhante. Desde a arquitetura exterior — o chão em mármore, as estátuas, os pilares e os jardins, até à porta de entrada, guardada por centuriões que saúdam o visitante com um sonoro Hail, Cesa, e culminando no interior a tapeçaria luxuosa, a decoração dos tetos, das salas de jogo, dos restaurantes e das lojas. É um espetáculo que deixa uma impressão positiva.

 

·          Tente deixar uma impressão positiva. O tema é o alicerce de uma experiência. A impressão positiva é o resultado desejado. Para atingir cada funcionário terá de ir deixando pistas positivas junto do cliente. Enquanto nos restaurantes tradicionais os empregados se limitam a anunciar “a mesa está pronta”, no Rainforest Café um som sonoro anuncia “Sejam bem vindos – A sua aventura está prestes a começar”. É um bom exemplo de como cada trabalhador é um ator que prepara o palco para uma experiência inesquecível.

 

·          Elimine as mensagens indesejáveis. Cada trabalhador deve igualmente ser capaz de eliminar as pistas negativas. Para dar asas a criatividade as mensagens indesejáveis devem ser abolidas. Jamais se deve permitir que qualquer evento ou experiência contrarie o visitante. Eis um exemplo daquilo que não deve acontecer. Na porta de uma casa de espetáculos famosa em São Paulo, lê-se escrito em um cartaz de péssimo visual: “Não recebemos cartão de crédito”. Não satisfeitos, os gestores escreveram em outro cartaz, igualmente mau feito: “Não recebemos cheques de outra praça”. Mensagens como estas que descrevi avivam recordações negativas. 

 

·          Tire partido das recordações. Todos gostam de produtos que recordem momentos agradáveis. Os turistas compram postais de viagem, os golfistas ostentam chapéus do seu campo de golfe favorito e os adolescentes pagam uma fortuna por uma T-shirt alusiva a um concerto rock. Por que é que as empresas de serviços não aproveitam o promissor mercado do merchandising de recordações? A razão é simples: as experiências e os eventos que oferecem não são, em regra, suficientemente fortes para que os clientes os desejem recordar.

 

·          Estimule os cinco sentidos do cliente. Os estímulos sensoriais associados a cada experiência devem suportar e reforçar o tema escolhido. Quanto mais sentidos forem despertados, mais eficaz e memoriável será a experiência. Os engraxadores sabem que, quanto mais intenso for o cheiro da graxa e mais ruidosos forem os seus movimentos, maior será a convicção de que os sapatos estão polidos.

 

A aplicação destes cinco princípios não é uma garantia imediata de sucesso. Tal como um bom argumento ou bons atores não implicam necessariamente no êxito de uma peça de teatro. Algumas das empresas que referimos as pioneiras da economia de experiências estão passando por um momento delicado. À medida que a economia de experiências evolui, é natural que se vá assistindo à queda de conceitos antigos e à ascensão de novos competidores. O conceito de “destruição criativa”, de Schumpeter, será mais pertinente do que nunca. As empresas limitadas à economia dos bens e serviços correrão o risco de irrelevância. Enquanto as pioneiras e as mais inovadoras da economia de experiências prosperarão. E a sua empresa? Vende produtos e serviços ou eventos e experiências?

 

Fonte: Mundo do Marketing – Matéria “Venda experiências e não produtos” por Jorge Nahas.

Clientes querem experiências marcantes, querem ser surpreendidos, serem mimados, como muito bem demonstrado nesta clássica propaganda do Unibanco

Próxima página