11.30.08

Marketing Sustentável: questão de sobrevivência

Enviado em Gestão de Negócios, Marketing, Sustentabilidade tagged , , às 18:24 por Ricardo Campos

 

O Fórum de Investidores Sociais – FIS, evento organizado pelo Instituto Hartmann Regueira, que ocorreu no início de novembro, trouxe como tema o marketing sustentável.

 

Para a organização do evento, ao longo dos últimos 50 anos a mídia e o mercado consumidor têm se expandido sobremaneira: a influência dos meios de comunicação sobre as decisões de compra cresceu desproporcionalmente e em conseqüência disso, esses fatores têm encaminhado a sociedade mundial para o que podemos chamar de “Era da Responsabilidade”.

 

O Marketing tradicional, que contribuiu para o crescimento do consumo irresponsável, será levado a refletir e divulgar novos valores e hábitos relacionados à sustentabilidade e a ética. A crescente mudança no perfil dos consumidores conscientes das conseqüências do consumo de produtos desnecessários, ou social e ambientalmente incorretos, favorecerá empresas comprometidas com o bem estar da sociedade. O marketing será, mais e mais um importante instrumento para criar mercado através da difusão de valores e hábitos de consumo que construam um círculo virtuoso entre empresas e sociedade, contribuindo para a sustentabilidade econômica, social e ambiental.

 

tabela-consumidor-preocupado

 

O evento contou com a participação do Sr. Eduardo Petit da Maxiambiental, empresa especializada na comercialização de créditos de carbono e Rodrigo Leite do Fundo Crsitão para Crianças, organização que atua em comunidades urbanas e rurais em prol de crianças e adolescentes e famílias em situação de risco social.

 

Rodrigo relatou as dificuldades de se manter a sustentabilidade econômica do negócio e de agir como agente de transformação social e não apenas como agente filantrópico.

 

Já Petit revelou que o mundo enfrentará grandes desafios por conta das mudanças climáticas e os danos ao meio ambiente. Revelou que sua empresa achou nesta crise uma grande oportunidade de ganhar dinheiro praticando o bem para a natureza e para o mundo. Com cliente como Banco Real, Alcoa e Bosch, a Maxiambiental atua com créditos de carbono e com a certificação de empresas socialmente responsáveis, tendo o “Selo Verde” como referência para empresas com este nível de excelência.

 

Para Petit os desafios são enormes, mas somente com a educação permanente da sociedade e com o envolvimento das empresas este cenário poderá ser modificado.

 

A lição que fica é que as empresas deverão se preocupar com questões além daquelas diretamente ligadas ao seu negócio, dando a sua contribuição para manutenção dos recursos vitais para toda a sociedade. A sustentabilidade virou questão de sobrevivência.

 

Com informações do informativo Fis e Faço, ano 2, n.5

11.28.08

Mudança de valores no que diz respeito à sustentabilidade

Enviado em Gestão de Negócios, Sustentabilidade tagged , , , às 13:07 por Ricardo Campos

 

 

A nova carteira de empresas integrantes do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa foi anunciada essa semana e, por isso, vários questionamentos foram levantados, principalmente porque companhias como Petrobras, Aracruz e Copel ficaram de fora da lista, o que não acontecia há muito tempo. Isso sugere mudanças importantes no que se refere à inclusão de práticas sustentáveis na gestão corporativa.

 

Não podemos negar que, muitas vezes, existem contradições no que diz respeito à responsabilidade social empresarial, mas é essencial assumirmos essas contradições, observando, constantemente e com cuidado, como esse aspecto tem sido tratado dentro das organizações.

 

Por isso, o Ethos sempre procurou auxiliar as empresas a repensar sua atuação, seu negócio e seus processos, sob a ótica da RSE. E não foi diferente com relação à Petrobras, por exemplo. Desde o início, o instituto se dispôs a ajudar a organização a resolver as questões relacionadas ao impacto do seu negócio no meio ambiente e na sociedade. Sugeriu que a empresa tomasse a frente nas discussões e soluções referentes aos combustíveis fósseis, o aquecimento global, a poluição e a saúde da população brasileira.

 

Está claro que não podemos esperar mais crises para começarmos a tomar atitudes em prol de um desenvolvimento sustentável, com responsabilidade, respeito e transparência. O Brasil está demonstrando um amadurecimento importante nesse sentido e a Bovespa comprovou isso, apontando que não há mais espaço para greenwash, ou “marketing verde”.

 

 

retórica ou ações pontuais?

Posicionamento verde: retórica ou ações pontuais?

 

Assim como o ISE, outras entidades serão cada vez mais exigidas no cumprimento desse papel, a exemplo de prêmios de responsabilidade, prêmios de excelência e outras iniciativas que são importantes referenciais para a RSE. Esperamos que a sociedade como um todo continue atenta, cobrando das empresas uma atuação mais responsável e também assumindo sua própria responsabilidade.

 

As reflexões de Pollyana e as informações do Instituto Ethos demonstram um novo momento do debate sobre a responsabilidade social empresarial e a sustentabilidade. Encarada antes como mais um modismo a divulgação do ISE demonstrou que apenas o discurso não é mais aceito como fundamento para se caracterizar uma empresa como sustentável. Mais do que nunca as empresas tem que realmente demonstrar ações pontuais que possam garantir transformações e impactos sociais e ambientais, e isso é muito positivo.

 

Agora as organizações vão ter que correr atrás do prejuízo e acrescentar uma palavrinha no seus dicionários: atitude.

 

Com informações de Pollyanna Melo com informações do Instituto Ethos – Portal Administradores

11.26.08

Do Broadcast para o Socialcast, uma visão do mundo 2.0

Enviado em Interfaces Comunicacionais, Novas tecnologias tagged , às 20:54 por Ricardo Campos

  

Se em 1560, a prensa de Guttemberg  mudou o curso da História, fazendo com que a Igreja perdesse o poder da informação e fizesse o Papa criar a Congregação da Propagação da Fé – a base do sentido moderno da palavra Propaganda  e da escola de Propaganda do Vaticano –, o que a Internet está fazendo neste momento é algo similar: mudando, para sempre o curso da História.   “Não adianta fingir que nada está acontecendo ou que vamos ter a pretensão de controlar alguma coisa”, disse Marcelo Coutinho, diretor do Ibope Inteligência em sua palestra “Do Broadcast para o Socialcast, uma visão do mundo 2.0”, a primeira do evento Workshop PR 2.0 – Como as Assessorias de imprensa podem utilizar a Web 2.0 no dia-a-dia dos seus negócios para melhorar a exposição dos seus clientes no universo digital.

Mas, para Coutinho, que modestamente se diz “um curioso da Web 2.0 do que um conhecedor profundo do assunto”, tampouco é razão para entrar em pânico, porque as forças não se anulam, elas se complementam.  Há que se pensar no mundo analógico, mas também no mundo digital – como complementação um do outro na estratégia de comunicação.  Usando o desejo de 100 entre 100 novos clientes de Assessoria de Imprensa de dar uma entrevista para “páginas amarelas de Veja”, ele sugeriu: “Como é óbvio que não há como Veja dar a matéria toda , então crie um blog corporativo para que o conteúdo integral esteja à disposição da comunidade, e que ela possa interagir com a empresa. Pense em que ações para gerar amplitude e continuidade.”

Pra ele, qualquer pessoa que se entenda por consumidora potencial pode pegar o trabalho de publicitários, jornalistas ou relações públicas e, dependendo do conhecimento das ferramentas que tenha, edita todo o trabalho separadamente elaborado para clientes diferentes e junta o que quer para criar o que quer. “E isso, porque o Brasil é líder em criatividade e atualizações de páginas e de pessoas que conhecem e fazem “uploads” de vídeos”, disse.

 

Coutinho apresentou números que comprovam o aumento de internautas no Brasil , cenário que não se restringe a classes sociais, mas que já está mudando a forma como o noticiário está sendo feito e refeito, distribuído e impactado nas pessoas e em termos de audiência e investimentos publicitários – criando o chamado “efeito pinball”. Como exemplo real, ele mostrou como uma pessoa comum, que saiu com uma celebridade e filmou em seu celular criou isso. “Ela colocou no Youtube e a Rede Bandeirantes, apesar de toda a sua estrutura de produção de matérias foi lá, desceu o vídeo, colocou no ar, e depois, alguém gravou, jogou de novo no Youtube e isso gerou uma retroalimentação da mesma matéria.”

Combinar os meios de comunicação tradicionais e as novas plataformas baseadas na Internet deve estar na agenda de todo assessor.  “Não é falar – agora eu só vou trabalhar com uma coisa ou outra – mas é entender todas as mídias, suas dinâmicas e conviver de forma a tirar o melhor proveito de todas elas”, complementou. 

Para Coutinho a promoção do diálogo é fundamental para o mundo corporativo. E já está sendo feito por empresas como Nestlé e outras, cujos exemplos mostrou. “E vai piorar porque a mobilidade vem crescendo cada vez mais e mais rapidamente, já que nos Estados Unidos, por exemplo,  usuários de telefone celular que também fazem parte de comunidade social, já o estão fazendo em um número assustador:  44% via celular”.

 

POR VANY LAUBÉ – Jornal da comunicação Corporativa

Brasil se torna o segundo país em acesso a redes sociais

Enviado em Interfaces Comunicacionais, Novas tecnologias tagged , às 00:43 por Ricardo Campos

 

O Brasil ultrapassou o Reino Unido e se tornou neste ano o segundo país em acessos a redes sociais no mundo. De acordo com dados da consultoria comScore, o Brasil fica atrás apenas do Canadá, em termos percentuais, levando em conta os países com mais de 10 milhões de usuários mensais de internet.

 

Em setembro deste ano, 85,3% dos brasileiros de ao menos 15 anos de idade que acessaram a internet visitaram uma rede social. No mesmo mês de 2007, esse índice foi de 76%.

 

Com isso, o país passa o Reino Unido, que viu seu índice cair de 78,7% em 2007 para 78,4% neste ano. O Canadá, líder no quesito, passou de 83,9% para 86,5%. Levando em conta os dados de setembro de 2008, a lista segue com México (73%), Espanha (70,7%) e Estados Unidos (70,2%).

 

Brasil já é o segundo

Redes sociais: Brasil já é o segundo

 

“Uma explicação provável para o sucesso das redes sociais é que o conceito de comunidade on-line se alinha fortemente à cultura do Brasil, que é centrada em um forte sentimento de comunidade”, afirma Alex Bank, diretor da comScore para a América Latina.

 

A pesquisa aponta que o Orkut é a rede social mais acessada no país, com 21 milhões de acessos únicos em setembro de 2008. Os visitantes passaram uma média de 496 minutos no site durante o mês, mostrando que o site do Google também é o que gera maior engajamento dos usuários.


Fonte: Folha de São Paulo

11.25.08

Obama e a internet: o poder das novas tecnologias e das redes sociais

Enviado em Marketing Político, Novas tecnologias tagged , , , , , às 16:48 por Ricardo Campos

 

Deixei para discorrer sobre as eleições do Obama somente agora, após o a intensa cobertura da mídia e as opiniões tendenciosas de jornalistas e dos “analistas de plantão”. Após a “nuvem de opiniões” é possível avaliar com mais isenção alguns detalhes do pleito americano.

 

As eleições nos Estados Unidos foi um momento histórico, com a chegada de um negro ao poder da maior potência econômica e política mundial, com a participação maciça da população que fez questão de votar e escolher seu presidente e também pela intensa utilização das novas tecnologias pelos candidatos Obama e McCain.

 

Mas Obama deu um show a parte, dispensou o financiamento público e utilizou a internet para arrecadar mais de US$ 150 milhões somente em setembro, totalizando mais de US$ 600 milhões durante toda a campanha. O mais impressionante é que a maioria das contribuições girou em torno de US$ 10 e US$ 20 por doação, demonstrando que ele conseguiu atingir um número maior de pessoas pela comunicação via web.

 

Obama mostrou que a Web 2.0 veio para ficar

Eleições americanas: Obama mostrou que a Web 2.0 veio para ficar

 

Os celulares também estiveram presentes no processo eleitoral americano, com os próprios eleitores dialogando com os comitês dos candidatos.

 

Assim como no Brasil, as eleições nos Estados Unidos demonstraram o poder da internet no contato com os eleitores e na intensa movimentação das redes sociais. As novas tecnologias surgem neste processo eleitoral como oportunidades de ampliar a comunicação com os eleitores, de formar opinião e ajudar a definir os rumos de uma eleição.

 

Obama e sua equipe demonstraram que a Web 2.0 veio para ficar e que hoje é uma poderosa estratégia para a comunicação e o marketing político.

11.23.08

Uma nova era para as eleições

Enviado em Imagem e Reputação, Marketing Político tagged , , , , , às 01:32 por Ricardo Campos

 

Após o alvoroço causado pelas eleições é importante fazer algumas reflexões em torno do papel da internet nas eleições.

 

Com o fortalecimento da democracia e o surgimento de novas formas de comunicação estas eleições, tanto no Brasil como nos Estados Unidos, ganharam uma nova dimensão: o da persuasão via internet.

 

No Brasil temos exemplos muito pontuais de como a internet alterou o modo de se fazer campanha nas eleições municipais e de como este novo meio foi utilizado maciçamente pelos eleitores para buscar informações sobre candidatos e seus projetos e assim fundamentar a sua escolha.

 

Em São Paulo Marta Suplicy e Gilberto Kassab travaram uma árdua disputa que teve a internet como meio de comunicação com seus eleitores. Mas em Belo Horizonte esta disputa pelos meios digitais teve um grande alcance e proporcionou entre o primeiro e o segundo turno, mudanças consideráveis na preferência do eleitorado.

 

Leonardo Quintão e Márcio Lacerda  utilizaram a rede de forma muito intensa e com apoio das redes sociais, formadas por apoiadores e detratores, conseguiram transformar a disputa na capital mineira em uma das mais emocionantes dos últimos tempos.

 

 

O vídeo acima foi divulgado pelas redes sociais e visto maciçamente pelos eleitores de Belo Horizonte. Vídeos como este, ajudaram a definir os rumos das eleições municipais.

 

Em recente conversa com pesquisadores no I Simpósio Nacional de Marketing Político e Opinião Pública, foi possível perceber que a forma de como a campanha aconteceu pela internet e os resultados de todo este processo serão alvo de futuras pesquisas sobre o tema.

 

Mesmo o TRE tentando engessar a divulgação pela internet, com a lei 22.718, mais uma vez ficou provado que a internet é um espaço livre para manifestações democráticas e também um canal importante de informação e denúncia, e no qual não se consegue impor um rígido controle.

 

O fato é que a internet verdadeiramente mudou as estruturas e os resultados das eleições, bem como a forma de se comunicar com os eleitores.

11.21.08

RP no Festival de Cannes

Enviado em Interfaces Comunicacionais, Relações Públicas Excelentes tagged , , , às 12:50 por Ricardo Campos

 

Na semana passada o mundo das relações públicas teve mais uma comprovação do reconhecimento e da valorização de nossa profissão. O Festival Internacional de Publicidade de Cannes oficializou a criação de uma nova categoria, o PR Lions. A competição vai premiar as melhores cases de relações públicas nas áreas de imagem corporativa.

 

O presidente do júri da competição que acontece pela primeira vez já em 2009 será o Lorde Tim Bell, atual chairman da Chime Communications e um dos fundadores da Saatchi & Saatchi. “Estou honrado em presidir este júri. Esta nova categoria será uma forma de elevar ainda mais o reconhecimento da comunicação em Cannes Lions e servirá para expandir o reconhecimento do gerenciamento da reputação em nossa indústria”, comentou o executivo sobre sua nomeação.

 

Cannes reconhece as relações públicas

Cannes reconhece as relações públicas

 

As categorias incluem PR Setorial, Produtos & Serviços e Técnica. Os trabalhos inscritos serão premiados de acordo com os critérios: estratégia, criatividade & originalidade, execução e resultados. Os vencedores do primeiro PR Lions e Grand Prix serão homenageados em Cannes na segunda-feira, 22 de junho de 2009, juntamente com a premiação das competições Direct e Promo Lions.

 

A notícia mexeu com os profissionais da área justamente pela força, a credibilidade e o reconhecimento que o prêmio já possui mundialmente. Este prêmio vem consolidar um novo momento da comunicação e das relações públicas como profissão de sua importância para a estratégia de qualquer organização.

 

Que venha o prêmio e se Deus quiser, com um agraciado brasileiro.

 

Com informações do Conferp

11.19.08

Relações Públicas e Marketing: convergências entre Comunicação e Administração

Enviado em Interfaces Comunicacionais, Marketing, Relações Públicas Excelentes tagged , , , às 19:49 por Ricardo Campos

 

A Associação Brasileira das Agências de Comunicação – Abracom anunciou nesta quarta-feira, 19, o lançamento da obra Relações Públicas e Marketing: convergências entre Comunicação e Administração, de autoria de Manoel Marcondes Machado Neto e publicado pela Conceito Editorial. O lançamento do livro ocorre no dia 29 de novembro de 2008, às 17h, na Saraiva Megastore do Shopping Pátio Paulista, em São Paulo.

 

Com certeza esta é uma obra de grande importância para a área ao correlacionar as competências da atividade de relações públicas e sua participação e contribuição para o marketing e para a administração.

 

 

 

Um bom tema, um bom debate

Um bom tema, um bom debate

 

Esta interdisciplinaridade é sempre bem vinda, já que profissionais não trabalham num universo fechado, diante de suas próprias atribuições, mas dependem do trabalho e das perspectivas que advêm de outras áreas do conhecimento.

 

Pelo tema instigante acredito que esta deverá ser também uma boa leitura.     

Pesquisa salarial de profissionais de marketing e vendas demonstra futuro promissor

Enviado em Comunicação organizacional, Gestão de Negócios, Interfaces Comunicacionais, Marketing tagged , , às 18:30 por Ricardo Campos

 

Pesquisa realizada pela Robert Half revelou que o salário pago para um profissional da área de vendas e marketing varia entre R$ 2 mil (especialista de comunicação, com menos de dois anos de experiência e trabalhando em uma pequena ou média empresa) e R$ 50 mil (diretor comercial com mais de 15 anos de experiência trabalhando em uma grande empresa).

Os dados do levantamento são do guia salarial da Robert Half e dizem respeito aos salários médios praticados pelo mercado em 2008. Os resultados não consistem em políticas e estratégias de remuneração e têm como base pesquisas e entrevistas conduzidas pelos especialistas em recrutamento da instituição.

Salários – profissional de marketing e vendas

 

Confira abaixo os salários praticados este ano para profissionais de vendas e marketing, levantados para o guia salarial da Robert Half. Os salários estão divididos por tempo de experiência do profissional. Os valores mais baixos de cada cargo se referem a pequenas e médias empresas. Os salários mais altos, por sua vez, dizem respeito a grandes empresas:

 

Cargo

   (0 a 2 anos)

     (3 a 5 anos)

    (6 a 9 anos)

  (10 a 15 anos)

(mais de 15 anos)

Diretor comercial

entre R$ 15 mil – R$ 25 mil

entre R$ 16 mil – R$ 28 mil

entre R$ 18 mil – R$ 30 mil

entre R$ 20 mil – R$ 35 mil

entre R$ 23 mil – R$ 50 mil

Diretor de marketing

R$ 14 mil – R$ 22 mil

R$ 15 mil – R$ 25 mil

R$ 18 mil – R$ 30 mil

R$ 20 mil – R$ 35 mil

R$ 23 mil – R$ 50 mil

Gerente comercial

R$ 8 mil – R$ 12 mil

R$ 10 mil – R$ 15 mil

R$ 13 mil – R$ 20 mil

R$ 14 mil – R$ 22 mil

R$ 18 mil – R$ 25 mil

Gerente de Marketing

R$ 7 mil – R$ 16 mil

R$ 8 mil – R$ 18 mil

R$ 10 mil – R$ 20 mil

R$ 13 mil – R$ 23 mil

R$ 18 mil – R$ 25 mil

Gerente de produto

R$ 4 mil – R$ 9 mil

R$ 5 mil – R$ 12 mil

R$ 6 mil – R$ 15 mil

R$ 7 mil – R$ 18 mil

R$ 10 mil – R$ 20 mil

Gerente de Contas

R$ 5 mil – R$ 10 mil

R$ 7 mil – R$ 12 mil

R$ 8 mil – R$ 15 mil

R$ 9 mil – R$ 17 mil

R$ 10 mil – R$ 20 mil

Gerente de Atendimento

R$ 3 mil – R$ 7,5 mil

R$ 4 mil – R$ 9 mil

R$ 6 mil – R$ 11 mil

R$ 8 mil – R$ 13 mil

-

Especialista de mercado

R$ 2 mil – R$ 5,5 mil

R$ 3 mil – R$ 7 mil

R$ 5 mil – 9 mil

R$ 7,5 mil – R$ 10 mil

R$ 8 mil – R$ 11,5 mil

Especialista de marketing/ Trade Marketing

R$ 2 mil – R$ 5 mil

R$ 2,5 mil – R$ 6,5 mil

R$ 4,5 mil – R$ 8,5 mil

R$ 7 mil – R$ 9 mil

R$ 7,5 mil – R$ 10,5 mil

Especialista de Comunicação

R$ 2 mil – R$ 4 mil

R$ 2,5 mil – R$ 5,5 mil

R$ 3,5 mil – R$ 6 mil

R$ 4,5 mil – R$ 8 mil

R$ 5 mil – R$ 9 mil

 

A avaliação que pode ser feita pela divulgação das informações da Robert Half é de que a área de marketing e de vendas já vem se estabelecendo como área essencial para o sucesso das organizações e de seus produtos.

 

É importante destacar também que no Brasil somos formados basicamente por pequenas e médias empresas que vem buscando se profissionalizarem, mas que a valorização da área de marketing nestas empresas ainda depende e muito de uma conscientização do empresariado, que liga o marketing basicamente a propaganda e a altos investimentos.

 

A expectativa é que este reconhecimento seja perene e que profissionais de comunicação, marketing e vendas possam ser reconhecidos pelo valor estratégico de suas profissões e pela capacidade de gerar vantagens competitivas para as organizações.

  

Com informações de Karin Sato – InfoMoney e Administradores.com.br

Rede Internacional de Comunicação conta com filiada brasileira

Enviado em Relações Públicas Excelentes tagged , , , , às 03:45 por Ricardo Campos

 

A Associação Brasileira de Agências de Comunicação anunciou que é a mais nova filiada da associação internacional ICCO – International Communications Consultancy Organisation. A entidade reúne associações nacionais de empresas de relações públicas e comunicação corporativa em 30 países, com mais 1,3 mil agências filiadas em todos os continentes. O Brasil é o primeiro país latino-americano a ser admitido na ICCO, que tem uma carta de princípios baseados na ética empresarial e na profissionalização dos serviços.

 

A filiação à ICCO abre para as agências brasileiras a possibilidade de estabelecer redes internacionais de atendimento em comunicação corporativa. Além disso, dados e tendências do mercado internacional de relações públicas ficam à disposição em tempo real aos associados da Abracom. Em breve, a lista de agências associadas da Abracom estará publicada no site da entidade (www.iccopr.com).

 

 

A filiação da Abracom acontece em um momento de profissionalização e forte internacionalização do mercado brasileiro de comunicação corporativa. Segundo o presidente da entidade, Ciro Dias Reis, “as organizações brasileiras têm crescente necessidade de dialogar com públicos de outros mercados e, para isso, as agências estão se internacionalizando”. E acrescenta que a participação na ICCO “abre contatos que coloca as nossas associadas em contato direto com uma rede de agências e consultorias nos principais mercados ao redor do planeta”.

 

Para o presidente da ICCO, Lou Capozzi, “a filiação da Abracom também abre um canal de relacionamento para que as filiadas das outras 29 entidades nacionais possam encontrar parcerias de negócios no mercado brasileiro, que atrai atenção crescente de grandes marcas mundiais interessadas em dialogar com os consumidores do país”, disse.

 

Esta notícia demonstra mais uma vez a importância que a comunicação corporativa brasileira vem alcançando nos últimos anos e a construção de um cenário positivo principalmente para as relações públicas nacionais.  

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