02.02.10
Relações Públicas de alta performance
O mundo corporativo se transforma a cada dia e o nível de exigência para com os executivos se torna maior frente aos desafios que a globalização nos impõe. Em empresas locais e principalmente nas globais, a alta concorrência exige profissionais extremamente qualificados e preparados para a “guerra”.
Não é a toa que hoje os processos de seleção são extremamente rigorosos para testar a capacidade dos executivos de liderar, de planejar, de atuar sob pressão, de criar soluções e de produzir com eficácia. Hoje, até nos processos de estágio são feitos testes para verificar tais competências nos candidatos.
Na área de Relações Públicas não é diferente, sendo que a cada dia o nível de exigência sobre os executivos aumenta assustadoramente. Aquele profissional com respostas prontas, com soluções já conhecidas e ultrapassadas, que não olha a empresa de forma global, que não percebe o mundo a sua volta, acostumado com a parte glamorosa da profissão, está fadado a deixar de existir.
Hoje as empresas querem profissionais de Relações Públicas de alta performance, profissionais capazes de lidar com o novo, com situações inusitadas, complexas, e de resolvê-los gerando resultados. Profissionais que conseguem identificar e desenvolver novas oportunidades para o negócio, garantindo sua sustentabilidade. Profissionais com capacidade de liderança, de influência, que conseguem transmitir e compartilhar conhecimento, que fazem a diferença. Profissionais que tenham a capacidade de realizar um trabalho primoroso em comunicação, que possa influenciar a cultura de sua organização promovendo um ambiente de trabalho saudável que estimule a criatividade e a produtividade. Profissionais capazes de romper paradigmas, que conseguem antecipadamente identificar e solucionar fatores que podem desencadear uma crise e impacto na imagem institucional.
É importante destacar que assim como profissionais de outras áreas que hoje encontram a necessidade de aprender técnicas e competências de relações públicas, nós também temos que ter técnicas e competências inerentes de outras profissões, como administração, economia, relações internacionais, recursos humanos, dentre outras. Sem contar que devemos conhecer profundamente o mercado em que nossa organização atua, pois somente assim teremos a capacidade de visualizar as oportunidades e as crises.
Em suma o mercado exige que sejamos profissionais atuantes, estratégicos, capazes de gerar produtividade e resultados efetivos paras as organizações, com desempenho superior, não menos ao que é exigido aos administradores, economistas, advogados, médicos, etc.
E você, está preparado para este grande desafio?
01.25.10
Mercado educacional: desafios e oportunidades
Conforme previsto em alguns posts do ano passado, a educação superior no Brasil chegou ao seu período de maturação em nível de expansão. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC), demonstrou que em 2008 houve uma redução de 29 unidades no país e que aquele boom do mercado com elevada expansão do setor durante mais de cinco anos já não é mais uma realidade.
Esta redução apontada pela pesquisa é fruto em parte das diversas fusões e aquisições realizadas por grandes grupos educacionais. Analistas apontam que outras que fecharam as portas o fizeram provavelmente pela baixa demanda.
É importante destacar que uma pequena parcela da população brasileira tem curso superior e que teoricamente existe uma grande demanda para formação de novos alunos. Pode parecer um paradoxo pensar que universidades são fechadas apesar de existir uma demanda latente para o ensino superior, mas a história não é tão simples quanto parece.
Apesar da redução no número de universidades, a oferta de vagas segundo os dados do Inep cresceu em 2008 5,7%, bem como o número de cursos, 5,2%, sendo a maioria nas universidades privadas.
Se existe uma grande oferta nas universidades privadas e a demanda está baixa a concorrência se acirra e aumenta consideravelmente a busca por novos alunos. Neste contexto estão as áreas de comunicação e marketing que agora se aliam cada vez mais a uma área relativamente nova neste mercado, o comercial. Juntas estas áreas tem a missão de estabelecer uma conexão com esta demanda e oportunizar a captação de novos alunos.

Mercado educacional é cheio de desafios e oportunidades para profissionais de comunicação, marketing e comercial
Os desafios do marketing e do comercial educacional são enormes já que os grandes atrativos outrora utilizados em campanhas, tais como boa infra-estrutura, professores qualificados, ensino aliado a prática, dentre outras, também já são ofertadas pelos concorrentes. Nem os critérios de avaliação de uma instituição são tão relevantes para os novos alunos. Para se ter uma idéia, pesquisa realizada em São Paulo e encomendada pela Semesp – sindicato das empresas privadas, comprovou que apenas 4% dos entrevistados levam em consideração na hora da escolha da universidade o resultado das avaliações feitas pelo Ministério da Educação (MEC). Como então se diferenciar e criar oportunidades para captação?
Uma destas oportunidades está dentro da própria universidade, com os funcionários, que são verdadeiros sentinelas da organização. Desde que sejam valorizados, municiados de informação e incentivados, este público é capaz de movimentar toda a população com a qual convive. Um belo exemplo vem de outro mercado, a Fiat tem a expertise de que mesmo antes de lançar um carro, tenha uma grande repercussão não apenas na mídia, mas entre a população das cidades que são circunvizinhas as suas fábricas. Tudo devido a um trabalho primoroso de comunicação feito com seu público interno, que vai desde jogos no qual vizinhos do próprio funcionário tem que participar até sorteios e brindes.
A área comercial também surge com um papel importante de se relacionar com a sociedade, formatar parcerias e convênios, estabelecer uma rede de contatos que possa disseminar informação, produzir outros valores como locação de espaços, captação de eventos externos, cursos extras, etc. O surgimento da área comercial demonstra que a gestão das instituições está se profissionalizando. Este é o ponto mais positivo neste mercado, pois a concorrência tem feito com que a gestão das instituições se profissionalize e melhore sua estrutura e seus procedimentos.
Os desafios deste mercado são realmente enormes, mas cheio de oportunidades para que profissionais de comunicação, marketing e da área comercial possam se desenvolver.
01.19.10
O que está acontecendo com o nosso jornalismo?
Além dos problemas no Haiti outra notícia que vem ocupando as páginas do noticiário esportivo é a polêmica envolvendo a divulgação do Plano Nacional de Direitos Humanos, principalmente sobre a parte que trata dos órgãos de imprensa. Como de costume levanta-se a possibilidade de controle da imprensa, assim como vem acontecendo em países vizinhos como Venezuela e Bolívia.
Será que nossa imprensa está mesmo ameaçada, será uma defesa injustificada dos órgãos de imprensa ou mais uma vez estão destilando o veneno e a discriminação sobre o presidente operário?
Mas o fato é que 2010 chegou recheado de polêmicas para nossos “hermanos” jornalistas e mesmo aqueles notoriamente reconhecidos pela “credibilidade” estiveram na berlinda.
2010 nem havia começado quando Boris Casoy deliberadamente ofendeu os garis que participaram de mensagem de fim de ano da Band. “Que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho.” A frase do âncora do “Jornal da Band” vazou acidentalmente durante a transmissão do programa no último dia de 2009. Boris tentou se retratar reconhecendo que disse uma frase infeliz e pedindo profundas desculpas aos garis e aos telespectadores do “Jornal da Band”.
O Twitter trouxe a tona outro suposto caso de jornalismo duvidoso e nos aproximou de Manaus onde denúncias relatam que pessoas são perseguidas e expostas por órgãos de imprensa. Até a CBN, uma emissora que também é conhecida pela sua credibilidade está envolvida nas denúncias. Não conhece o caso da Dra. Abinader? Então acesse os artigos “É aqui que trabalha a Dra. Bianca Abinader” e “Umas verdades inconvenientes” ambos de Ismael Benigno que também se diz perseguido pela política e imprensa local.
E os blogs também se tornaram a forma de famosos e principalmente de pessoas comuns se manifestarem contra o tendencionismo das matérias publicadas pelos grandes meios de comunicação. Mario Bortolotto também se diz vítima de perseguição da Folha de São Paulo e do que ele chama de “Jornalismo Mauricinho”, uma referência ao jornalista Mauricio Stycer, repórter especial do Portal IG.
Todos os casos são no mínimo assustadores, pois se as supostas acusações forem confirmadas demonstram os vícios que envolvem o jornalismo brasileiro, normalmente controlado pelas correntes do poder e da política e que encontram nos meios de comunicação e sua grande penetração uma forma de “nocautear” publicamente seus desafetos ou quem simplesmente se nega a dar uma simples declaração.
No caso de Boris a situação é ainda pior, pois sua frase é recheada de preconceito com relação aos mais abastados, não se diferenciando para mim dos playboys que atearam fogo no índio Galdino, os skinheads e outros grupos que praticam a intolerância contra as minorias.
O bordão utilizado por Boris Casoy nunca esteve tão apropriado para uma situação: “Isso é uma vergonha!”
12.22.09
Balanço Geral
Como todo o final de temporada é hora de fazer um balanço de nossas atividades no decorrer de um ano que se finda. Saber se o saldo foi positivo ou negativo, se vamos ter que investir para cobrir os “gastos” ou colher os frutos dos bons resultados.
2009 foi um ano atípico, que começou atribulado por uma crise que prometia se configurar como o apocalipse da modernidade, levando o mundo a experimentar novamente as mazelas sofridas com a crise de 29. Lula desdenhou, na verdade o Presidente jogou com a sorte e acabou se dando bem, ao referir-se a crise no Brasil como uma marolinha.
Realmente a crise não atingiu o país com a força que castigou as grandes potências, machucou algumas áreas de economia, mas que já se recuperaram e que agora avançam em passos longos para suprir os tempos de prejuízo.
Com a crise esperávamos que as primeiras conseqüências acabassem caindo sobre as áreas de comunicação e marketing, mas mais uma vez o mercado nos deu provas de que está amadurecendo e que hoje nossa área se configura como aporte estratégico para que as empresas possam continuar crescendo e produzindo, mesmo diante da crise. Retiramos a cabeça da guilhotina, dos tempos em que gestores acreditavam que a comunicação e o marketing eram gastos e não investimentos para obter maiores e melhores resultados.
O ano de 2009 também foi destaque pelo surgimento de novas mídias sociais e pela intensidade na sua utilização. Destaque para o Twitter, que virou febre mundial, inclusive entre as empresas que encontraram neste canal uma forma rápida e eficaz de se comunicar com seus públicos, além de monitorar o que as pessoas estão falando de sua marca.
E por meio destas mídias os relações públicas também se manifestaram, por meio de inúmeros blogs e excelentes textos. Demonstraram que a área também vem amadurecendo, consciente do seu papel dentro da estratégia empresarial, e melhor: fazendo acontecer.
Foi um ano de muitas reflexões. O Reflexione teve um excelente tráfego de internautas das mais diversas áreas, que compartilharam idéias e objeções, tornando super válido a proposta de escrever sobre comunicação e gestão, mesmo não tendo tanto tempo disponível. Muito deste tráfego devo as indicações de projetos e profissionais que contribuíram com a indicação de meus posts e com um debate maduro sobre os temas propostos, como o Pedro Baldurquino do Horizonte RP e Mateus do O Cappuccino.
No campo profissional o ano termina com um balanço super positivo, afinal o Projeto D’Minas Turismo está a todo o vapor. Hoje nossa empresa já é conhecida no trade mineiro e desperta a atenção de diversas operadoras no Brasil. E com tão pouco tempo já tem parcerias com a Secretaria de Turismo de Minas Gerais – Setur-MG, com o Instituto Estrada Real e com operadoras do Brasil, Chile e Espanha. E se o ano de 2009 foi bom o de 2010 promete ser ainda melhor.
Além disso assumi o compromisso de fazer algo mais pela profissão, estando inserido na gestão do Conrerp 3ª Região, que sabemos não é uma missão fácil. Mas Paulo Freire já dizia que “fundamenta diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal maneira que, num dado momento, tua fala seja tua prática”. Com suas sábias palavras o educador nos mostra que se queremos algo melhor para a profissão devemos dar nossa contribuição, assumindo o compromisso com nossa classe e se doando para um projeto que apresenta grandes desafios.
Portanto 2009 acaba como um ano marcante, com resultados muito positivos em todas as esferas.
Com este post encerro o período de reflexões, o que só volto a fazer na segunda quinzena de janeiro. Agradeço a todos os leitores e desejo boas festas e um excelente 2010, repleto de conquistas e vitórias, um ano de muito sucesso.
12.02.09
Relações Públicas é estratégia
Ao longo dos anos o cenário da comunicação sofreu grandes alterações, devido principalmente a mudança do mercado, da postura dos consumidores e do surgimento de novas formas de comunicação.
A comunicação analógica promovida pelos grandes meios de comunicação de massa no passado abriu espaço para uma comunicação mais plural, proporcionada pelo advento da internet, que trouxe consigo os blogs, twitters e outras mídias sociais que transformaram o cenário da comunicação. A rede hoje é um megafone onde um simples consumidor se faz ouvir.
Estas mudanças ajudaram no amadurecimento da sociedade, dos empresários e inclusive dos nossos pares de profissões correlatas da comunicação que ao longo destes últimos tempos vem reconhecendo e valorizando a profissão de relações públicas. Na era do relacionamento a profissão ganhou destaque e fez com que gurus com Al Ries prevê-se que as relações públicas iriam acabar com a publicidade. Não é para tanto, mas a profissão conseguiu se posicionar no mercado, demonstrar que relações públicas é estratégia, seja em eventos, em comunicação interna e externa, no gerenciamento de crises, nas auditorias de imagem, pesquisas e diagnósticos institucionais, planejamento, etc.
Mas se você é um profissional que ainda tem que ficar dando explicações para seus parentes do que é relações públicas, não se preocupe, demonstre na prática que você é um estrategista da comunicação, um profissional que pensa a instituição de uma forma global de modo a cuidar de sua imagem e dos relacionamentos com todos os seus públicos.
A mudança das perspectivas para nossa profissão se iniciaram a partir do momento que os profissionais efetivamente começaram a atuar de forma estratégica, ajudando as organizações a alcançarem seus objetivos de forma ética e transparente, ou seja, com trabalho, colocando em prática os preceitos de um bom comunicador e não sendo um pavão enfiado dentro do seu gabinete com ações medíocres, ineficazes e desconectadas dos objetivos da empresa.
Portanto, ao ser questionado sobre o que é relações públicas, demonstre com trabalho. Seus parentes logo entenderão o que é a profissão na prática e reconhecerão o valor do seu trabalho para a sociedade.
Parabéns a todos os relações públicas por esta data.
11.30.09
Eventos demonstram os novos desafios da profissão
Os eventos que ocorreram em BH nestes últimos dias ajudaram os profissionais de relações públicas a refletirem sobre as mudanças que nossa profissão enfrenta em tempos de redes sociais.
O primeiro evento ocorreu na quarta-feira, quando Tas do CQC esteve no UniBH para falar sobre “Redes Sociais: virtudes e efeitos colaterais da nova comunicação digital”. Sua explanação não trouxe novidades, mas destaco os dados sobre a quantidade de informação que hoje é produzida no mundo. Segundo Tas, somente pelo Google passam 20 Petabytes por dia, o equivalente a cada habitante da terra transferindo uma um arquivo de 3 Mb por dia. Extraordinário.
Mas Tas também chamou a atenção ao destacar a responsabilidades dos comunicadores estarem inseridos nas redes sociais, pois é lá que os consumidores, clientes e sociedade estão se manifestando. Uma mensagem de 140 caracteres pode ser um estopim para a crise, que rapidamente pode ter grandes proporções.
No Seminário de Relações Públicas, evento organizado pelo Conrerp 3ª Região, que aconteceu neste sábado, algumas palestras também destacaram o poder da rede e a importância da monitoração de seu nome ou de sua empresa na internet. Para Frederico Fonseca da Construtora Veicon, a rede transferiu para o consumidor o poder de causar sérios prejuízos a determinada marca e que portanto o monitoramento deve ser uma constante.
Além das redes sociais outro tema que traz uma série de desafios para o trabalho dos profissionais de relações públicas, é o trabalho de mediação social e sustentabilidade. Instigante e ainda muito incipiente, o trabalho de comunicadores em áreas específicas de sustentabilidade empresarial propõem uma rica oportunidade para profissionais de relações públicas, afinal estes projetos demandam elementos que são a cerne de nossa profissão: o relacionamento, o diálogo e transparência.
O balanço geral demonstra um cenário muito positivo para a profissão, cheio de desafios e oportunidades, para aqueles que acreditam e se esmeram para fazer um trabalho estratégico e valoroso para as organizações.
11.24.09
Comunicação on-line é importante, mas não é tudo
A comunicação digital vive um bom momento, ela conseguiu romper barreiras e o preconceito de uma geração de gestores que não era acostumada com as novas tecnologias, que não acreditava no seu potencial. Hoje muitos gestores já enxergam nas mídias digitais uma forma barata de se comunicar e de alcançar públicos em escala nacional, e por que não, global.
Tratada como vedete a comunicação digital ganha a cada dia mais força nas empresas e com a evolução e criação de novas mídias sociais esta presença deve ser intensificada. Além do custo, as ações em comunicação digital trazem no seu bojo uma série de vantagens se comparadas a outras formas de comunicação, ela é importante, mas não é tudo.
O que vemos hoje são empresas que estão deslocando toda a sua verba de comunicação para ações exclusivamente para a área digital, o que pode ser perigoso quando se é levado em conta o público que pretende-se atingir com as mensagens.
Muitos comunicadores se esquecem que seu público pode ser formado por uma massa variada de pessoas, muitas das vezes compostas de pessoas mais velhas, que ainda não estão adaptadas as novas tecnologias ou mesmo pessoas mais novas que são avessas a este tipo de mídia. Como você vai levar a comunicação a este tipo de público se utilizar apenas as mídias digitais?
O importante é lembrar que comunicação é estratégia, que antes de planejarmos uma campanha , ação de comunicação ou marketing devemos ter claro uma série de fatores que vão definir quais serão as mídias utilizadas, entre elas o levantamento do público alvo e suas características. Pode ser que ao invés de comunicação digital exista a necessidade de uma mídia impressa, ou que ambas se complementem.
Ao ter uma estratégia de comunicação clara a empresa consegue atingir seus objetivos e demonstra que respeita e conhece seu público. Garantia de resultados positivos.
11.18.09
Evento Conrerp 3ª Região agita BH
Depois do Ecom Diálogos os comunicadores já tem um novo encontro marcado. A boa da vez é o Seminário Regional de Relações Públicas, organizado pelo Conselho Regional dos Profissionais de Relações Públicas – Conrerp 3ª Região.
O evento que acontece no próximo dia 28 de novembro, a partir das 08h, no Inap, tem como objetivo celebrar o Dia Nacional das Relações Públicas, fomentar o conhecimento e intercâmbio de informação sobre Relações Públicas e a gestão da comunicação entre discentes, docentes e profissionais de mercado no âmbito regional (Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo), além de promover parcerias e aproximação entre o Conrerp 3ª Região, a academia e o mercado de comunicação, em especial o de Relações Públicas.
Com três eixos para debates, “Planejamento de Resultados, Novas Tecnologias e Tendências de Mercado”, o evento traz na sua programação palestras de profissionais como Marco Piquini da Iveco/Aberje, Annemarie Richter da Integratio e Ana Luísa Brant Mendes da Fiat, dentre outros.
Outras informações no blog do Seminário.
Vale a pena conferir e confirmar a sua presença. Nos encontramos lá!








